Entenda a estratégia de gestão por trás de um resultado com altos índices de imparcialidade, camaradagem, respeito e orgulho em pertencer
Criar um ambiente de trabalho saudável não é efeito colateral do crescimento. É decisão estratégica. Empresas que tratam cultura como prioridade tendem a colher resultados mais consistentes, inclusive na percepção dos colaboradores. Um exemplo recente é o da Companhia CBA. Na primeira participação na metodologia da Great Place to Work, a incorporadora já alcançou expressivos percentuais de 96% em imparcialidade, 95% em camaradagem, 94% em respeito e 87% em orgulho em pertencer. A seguir, os pilares que ajudam a explicar o resultado, e que podem inspirar outras empresas.
1. Liderança não é cargo, é prática estruturada
A formação de líderes acontece com projetos como o PLP – Programa de Liderança com Propósito, que na CBA contemplou toda a diretoria e gerências nesse primeiro ano, bem como demais programas desdobrados para os demais níveis para 2026. Programas contínuos de desenvolvimento, acompanhamento e alinhamento estratégico reduzem ruídos e fortalecem a confiança nas decisões.
2. Educação corporativa como rotina, não como evento
Capacitação interna permanente amplia repertório técnico e comportamental. Plataformas de ensino estimulam crescimento e mostram que a empresa investe no longo prazo, como o desenvolvimentos de públicos administrativos e de operação.
3. Proximidade entre áreas evita ilhas internas
Integração entre equipes administrativas e operacionais diminui barreiras hierárquicas e melhora o fluxo de informação. Encontros periódicos com foco em alinhamento cultural reforçam o senso de pertencimento, como o Connect Day, instituído pela CBA com ocorrência mensal para apresentar as áreas e os novos, além de integrar os times, entre outras ações.
4. Porta aberta para novos talentos
Parcerias com universidades e programas estruturados de entrada contribuem para renovação, diversidade e planejamento de sucessão. Com o objetivo de fortalecer a marca empregadora, a CBA criou o Programa Construindo Caminhos, promovendo a integração entre o setor acadêmico e o mercado da construção civil por meio da vivência prática em obras e projetos reais.
5. Escuta ativa com espaço real para opinião
Fortalecer a prática do feedback é uma das práticas em que o colaborador é ouvido e tem oportunidade de olhar para sua carreira ressaltando a percepção de imparcialidade e respeito. Confiança e autonomia aparecem como consequência de um ambiente onde as pessoas se sentem ouvidas.
6. Governança dá sustentação à cultura
Processos claros, acompanhamento por consultorias especializadas e auditorias independentes criam previsibilidade. Cultura organizacional depende de coerência entre discurso e prática.
Como mostra o case, índices elevados de respeito e camaradagem não surgem por acaso. São resultado de decisões repetidas ao longo do tempo. “Desde o início da nossa empresa trabalhamos com projetos de escuta e aprimoramento do ambiente de trabalho, com estruturas de BP (Business Partner), que estão presentes nos canteiros de obras e administrativos, evoluindo para á área de Vendas e Comercial da organização, gerando a proximidade e adesão aos programas instituídos”, afirma Vinícius Billmann, CEO da CBA. “Receber o selo GPTW já na primeira participação mostra que estamos construindo bases sólidas”, acrescenta. “O ambiente precisa ser inspirador. Nosso trabalho é transformar vidas e construir sonhos, isso começa de dentro para fora, começa pelos colaboradores. Então, trabalhamos para transformar a vida deles em primeiro lugar”, complementa Cíntia Pereira, presidente da companhia.

