SaúdeTecnologia

Gestão de riscos atua na segurança do paciente hospitalar ao contribuir para prevenção de falhas

2 Mins read
Crédito Freepik
Crédito Freepik

Segundo a OMS, um a cada dez pacientes está sujeito a algum risco durante internação

Mapear riscos, avaliar probabilidades e implantar planos de contingências estão entre os principais pilares da gestão de riscos hospitalares. Contar com essa estrutura bem definida, além do suporte de tecnologias especializadas é fundamental para que os setores de Qualidade e do Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) das instituições de saúde atuem em prol da segurança do paciente de forma proativa e preventiva.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), um em cada dez pacientes internados está sujeito à ocorrência de algum “risco hospitalar” tais como queda de leito, escorregões em piso liso, ou dosagem incorreta de medicação (responsável pelo óbito de mais de um milhão de pessoas anualmente), entre outros.

“Com o suporte de tecnologias especializadas, torna-se possível prevenir falhas e registrar quase-falhas, transformando cada ocorrência em oportunidade de melhorias. Essas ferramentas contribuem para a análise instantânea das ocorrências, bem como na realização das notificações”, explica Kele Dias, executiva de negócios da CeosGO, empresa com a missão de transformar a gestão das organizações por meio de softwares que simplificam fluxos e promovem uma gestão eficiente.

Para implementar a gestão de riscos em hospitais, segundo a executiva de negócios, são necessárias, pelo menos, quatro etapas. A primeira etapa é a criação de um comitê de risco multidisciplinar, seguido pelo mapeamento de fluxos de trabalho, pontos críticos e comportamentos que podem se transformar em falhas.

“Em seguida, a instituição deve incentivar uma cultura de segurança e capacitar o time para identificar possíveis focos de risco, assim como a ‘reação’ adequada para cada um, são as etapas finais. Somado a elas, contar com o suporte da tecnologia para atuar como centralizadora das informações sobre riscos, quase-falhas e ações de prevenção realizadas”, complementa.

Por fim, investir e implantar a gestão de riscos resulta em uma performance de excelência para os pacientes, familiares, colaboradores e para a própria organização. Afinal, contar com esse monitoramento em dia contribui para a redução de eventos adversos, o aumento da eficiência operacional, a diminuição de custos e, ainda, protege a imagem da instituição como um ambiente seguro e de credibilidade.

Sobre a CeosGO

A CeosGO tem a missão de transformar a gestão das empresas através de softwares que simplificam fluxos e promovem uma gestão eficiente, proporcionando não só um melhor acompanhamento de indicadores, mas também o alcance dos resultados almejados. A organização possui ferramentas de criação e execução do planejamento estratégico, melhoria de processos e qualidade de todo o negócio. A companhia faz parte do Ecossistema MV e conta com mais de mil clientes espalhados pelo Brasil, Peru, Panamá, Uruguai, Equador, República Dominicana, Angola e Guatemala. Para saber mais, acesse https://www.ceosgo.com.br/.

Related posts
Tecnologia

IA: governança e infraestrutura de dados serão os grandes diferenciais competitivos até 2030, aponta Gartner

2 Mins read
Com base em tendências globais do mercado, consultoria destaca que a qualidade da informação e a governança deixam de ser suporte de…
Tecnologia

Da IA que negocia com fornecedores ao dinheiro parado em estoque: o que está em jogo nas decisões de Compras das empresas?

3 Mins read
Com pressão sobre custos, Reforma Tributária e avanço da automação, decisões antes restritas às áreas operacionais ganham peso financeiro e estratégico. Executivos…
TecnologiaViral

Braskem, Aegea, Axia Energia e Klabin debatem ameaças cibernéticas à infraestrutura crítica brasileira

2 Mins read
Executivos estarão reunidos no Cyber Security Summit Brasil 2026 para discutir ataques capazes de permanecer silenciosamente em ambientes críticos e os desafios…