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Tecnologia

Com alta de 9,5% em 2025, aceleração de software vira desafio estratégico para empresas brasileiras

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A aceleração do desenvolvimento de software tem ganhado centralidade na estratégia das empresas brasileiras, em um contexto de crescimento e aumento da complexidade tecnológica. Segundo estudo da Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES) em parceria com a IDC, o mercado brasileiro de software deve crescer 9,5% em 2025, acima da média global de 8,9%. Dados do Estudo TIC 2025 também indicam a expansão contínua da indústria de software e serviços de TI no país, acompanhada por sistemas mais complexos e maiores exigências por qualidade, integração e confiabilidade ao longo do ciclo de desenvolvimento.

Diante desse cenário, a busca por velocidade nas entregas tem levado muitas organizações a associarem aceleração exclusivamente à adoção de novas ferramentas ou ao uso isolado de inteligência artificial. No entanto, a crescente incidência de falhas em produção, retrabalho e gargalos operacionais evidencia que a velocidade sustentável depende de fatores que vão além da tecnologia aplicada de forma pontual.

Para Leandro AkioHead de Desenvolvimento e Automação da Vericode, empresa especializada em qualidade de software, automação de testes e observabilidade, acelerar software exige uma abordagem sistêmica. “Organizações que tratam aceleração apenas como um desafio tecnológico tendem a obter ganhos pontuais. Já aquelas que estruturam uma engenharia integrada conseguem transformar velocidade em previsibilidade, confiabilidade e valor de negócio”, afirma.

A discussão ganha relevância à medida que ambientes digitais se tornam mais críticos e interdependentes, exigindo integração entre testes, qualidade, segurança, performance e operação. O especialista afirma que a aceleração do software passa a ser tratada como um desafio de engenharia integrada, capaz de estruturar fluxos contínuos e previsíveis ao longo de todo o ciclo de vida das aplicações.

Segundo Leandro, a integração entre testes contínuos, automação, segurança e operação é fundamental para sustentar ciclos acelerados sem aumento de risco. “Quando a engenharia trabalha de forma conectada, é possível reduzir retrabalho, antecipar falhas e manter a qualidade mesmo em ambientes de alta complexidade, tornando a aceleração um processo consistente e sustentável”, conclui.

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