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FinOps une tecnologia e finanças para fortalecer a sustentabilidade da saúde digital

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Serviço apoia hospitais e clínicas a equilibrar inovação tecnológica, segurança dos dados e eficiência financeira em um cenário de custos crescentes

A digitalização acelerada do setor de saúde trouxe mais eficiência no diagnóstico, mas também acendeu um alerta nos departamentos financeiros relacionado aos custos com o armazenamento de dados sensíveis na nuvem. Por isso, optar pelo FinOps, operação financeira que visa a eficiência e previsibilidade na Saúde ao reunir tecnologia, finanças e gestão em um mesmo “ambiente”, é uma alternativa para garantir a sustentabilidade financeira da TI na saúde.

De acordo com Saulo Lima, diretor da Flowti empresa com expertise em infraestrutura de TI para negócios de missão crítica, a implementação do FinOps pode gerar uma redução nos gastos com nuvem sem que o hospital precise renunciar à segurança ou à qualidade no atendimento ao paciente.

“O FinOps atua na gestão e otimização da Nuvem, promovendo mais eficiência e previsibilidade. Na Saúde, onde os dados salvam vidas, não se pode simplesmente desligar servidores e o objetivo principal está em garantir que cada centavo investido em tecnologia proporciona um melhor atendimento ao paciente”, explica Lima.

Ainda, de acordo com o diretor da Flowti, o setor de saúde possui uma particularidade que torna a gestão de TI altamente complexa, uma vez que é necessário o gerenciamento e proteção de um grande volume de dados sensíveis ao mesmo tempo. Além disso, é necessário que hospitais e clínicas estejam atentos às diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

É por isso que, quando não há uma estratégia adequada no setor de TI dos hospitais, torna-se comum que as instituições sofram com o “desperdício invisível”, ou seja, pagando por capacidade de armazenamento ociosa para dados que raramente são acessados.

“É justamente para evitar perdas financeiras que o FinOps da Flowti atua. Afinal, ele promoverá uma gestão contínua dividida em informação, otimização e operação. Enquanto a primeira traz a visibilidade e aloca os recursos por departamento, a segunda elimina redundância de custos e a última incentiva uma cultura de apoio entre os setores de TI, finanças e negócios”, sinaliza Saulo Lima. 

Por fim, em um momento de custos pressionados pela inflação médica pós-pandemia, a eficiência operacional tornou-se uma “questão de sobrevivência”. Dessa forma, o FinOps surge como um aliado dos Diretores Financeiros (CFOs) e de Gestores de TI (CIOs) da saúde uma vez que, ao otimizar a infraestrutura, possibilita o investimento no assistencial, a exemplo de aquisição de novos equipamentos médicos; na melhoria da jornada do paciente e na capacitação das equipes assistenciais.

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