Companhia de energias renováveis aposta em competição de caminhões para demonstrar o potencial do Be8 BeVant® – já disponível para aplicações comerciais
Muito além do esporte, a temporada 2026 da Copa Truck Be8 BeVant® tornou-se vitrine estratégica de inovação da Be8 para acelerar a adoção de biocombustíveis renováveis no transporte pesado. Ao utilizar uma das categorias mais competitivas do automobilismo brasileiro como ambiente de demonstração tecnológica, a companhia transforma cada etapa do campeonato em uma prova do potencial de uma solução desenvolvida no Brasil e já em uso fora das pistas.
A próxima etapa do torneio acontece nos dias 31 de julho e 1º de agosto, em Cuiabá (MT). Os cerca de 40 caminhões da categoria serão abastecidos exclusivamente com o Be8 BeVant®, um biocombustível criado para operar 100% em motores do ciclo diesel sem necessidade de adaptações mecânicas ou mudanças na infraestrutura de abastecimento.
Para a Be8, o automobilismo representa uma etapa importante do processo de validação de novas tecnologias. Ao submeter o biocombustível às condições extremas de uma competição, a empresa acelera e amplia a confiança do mercado em uma solução que já está em uso em frotas de caminhões e ônibus, máquinas agrícolas, embarcações, geradores e outras aplicações, antes movidas a diesel fóssil.
Inovação na prática
“A inovação só gera transformação quando consegue sair do laboratório e chegar ao mercado. A Copa Truck nos oferece exatamente esse ambiente. É um espaço onde conseguimos demonstrar, em condições reais de operação, que existe uma solução brasileira capaz de unir desempenho, confiabilidade e redução de emissões”, afirma Leandro Zat, Vice-Presidente de Operações da Be8.
O biocombustível utilizado na competição foi desenvolvido para atender diversos cenários de aplicação e reduz em até 99% as emissões de gases de efeito estufa no conceito “tanque à roda”, quando comparado ao diesel tradicional. Ao mesmo tempo, preserva a engenharia original dos motores e elimina a necessidade de investimentos adicionais em infraestrutura, fatores considerados essenciais para acelerar sua adoção em larga escala.
Segundo Zat, a estratégia da companhia vai além do automobilismo. “Historicamente, diversas tecnologias utilizadas hoje pela indústria foram aperfeiçoadas primeiro nas pistas. Estamos utilizando esse mesmo conceito para aproximar o mercado de uma nova geração de biocombustíveis renováveis, mostrando que inovação também precisa ser validada em ambientes de máxima exigência”.
O Be8 BeVant® na Copa Truck
A utilização do Be8 BeVant® na Copa Truck foi aprovado após um amplo programa de testes em conjunto com equipes técnicas da categoria, fabricantes de motores e parceiros da indústria. Durante esse processo, foram avaliados parâmetros como desempenho, confiabilidade, consumo e comportamento dos motores em condições extremas, demonstrando que a tecnologia atende aos elevados padrões técnicos exigidos pelo automobilismo brasileiro.
A realização da etapa em Cuiabá amplia ainda mais essa conexão entre inovação e desenvolvimento econômico. Mato Grosso ocupa posição estratégica na produção nacional de soja, desempenha papel relevante na cadeia dos biocombustíveis e concentra uma das maiores operações logísticas do país. A presença da Be8 na região também acompanha esse movimento, com unidades industriais em Nova Marilândia e Alto Araguaia, além de escritório administrativo na capital.
Além de fornecer o biocombustível utilizado pela categoria, a companhia também passou a deter os naming rights do campeonato, que passou a se chamar Copa Truck Be8 BeVant®. A iniciativa integra uma estratégia mais ampla de posicionamento da empresa, utilizando o esporte como plataforma para aproximar inovação tecnológica, indústria, logística e transição energética.
Para a Be8, esse modelo contribui para acelerar a aceitação de novas tecnologias pelo mercado. “Existe uma demanda crescente por soluções capazes de reduzir emissões sem comprometer a eficiência operacional. A Copa Truck demonstra que essa tecnologia já existe, foi desenvolvida no Brasil e pode contribuir para tornar a transição energética mais rápida, mais competitiva e economicamente viável para diferentes setores”, conclui Leandro Zat.








