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HeronPay leva plataforma de controle de gastos públicos à Febraban Tech 2026

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Startup apresenta solução de “fast track” de compras e controles proativos para o setor público brasileiro no maior evento de tecnologia financeira da América Latina

HeronPay, fintech especializada em inteligência de pagamentos com foco em prevenção de fraudes, automação de regras e personalização extrema da jornada de uso, apresenta na Febraban Tech 2026, considerado o maior evento de tecnologia financeira da América Latina, a sua solução para controle de gastos e inteligência de pagamentos para o setor público.

Na feira, a HeronPay apresenta sua plataforma multimodular, construída para dar visibilidade e controle em tempo real sobre os microgastos públicos, que são as despesas de baixo valor e alto volume, como manutenção, materiais de consumo, equipamentos de TI e serviços locais, que hoje ainda são geridas majoritariamente em processos manuais, fragmentados e pouco rastreáveis.

Segundo estimativa elaborada pela Heronpay o mercado potencial diretamente endereçável no Brasil em relação a microgastos no setor público brasileiro, é da ordem de US$40 a 60 bilhões de dólares por ano. Essa estimativa considera o conceito de microgastos e pequenas despesas operacionais, incluindo tanto despesas realizadas por dispensa de licitação em razão do valor, com base em dados públicos do TCU e PNCP, quanto um conceito ampliado de gastos descentralizados, por isso, carece de um sistema robusto, integrado e padronizado para acompanhar, em tempo real, quem contrata, quanto se gasta, quem são os fornecedores e qual a justificativa por trás de cada despesa. “Em validações de campo conduzidas junto a pessoas de secretarias estaduais, instituições federais, universidades e operações municipais de saúde e assistência social, identificamos um padrão recorrente: alta fricção, baixa visibilidade e ausência de controle em tempo real sobre despesas de pequeno porte que ajude o servidor, facilite o dia a dia e ainda melhore a transparência e previsibilidade”, explica Luanna Vargas, CEO da HeronPay.

A solução: cinco módulos integrados

A plataforma da HeronPay combina cinco frentes que operam de forma integrada:

– Procurement “fast track”: gestão ponta a ponta de hierarquias de aprovação, políticas, compras, gastos e fornecedores, com um módulo simplificado para micro-gastos públicos;

– Controles proativos: estruturação de dados antes mesmo da transação acontecer, permitindo definir limites, orçamentos e políticas com antecedência (“controle antes que aconteça”);

– Spend Management: emissão de cartões, relatórios de despesas automatizados, gestão de pagamentos e trilha orçamentária;

– Micro-ERP: fluxo de aprovação automatizado e relatórios de despesas com OCR e visibilidade em tempo real;

– Analytics: monitoramento em tempo real, detecção de fraude, previsibilidade de gastos e enriquecimento de dados de fornecedores.

Um dos diferenciais destacados pela empresa é a certificação de software obtida junto a órgãos públicos, que reconhece a inexistência de solução equivalente no mercado e permite, em casos específicos, dispensa de licitação para contratação com agências governamentais.

Entre os casos de uso apresentados no evento está a gestão de microdespesas em escolas públicas, com compras recorrentes de baixo valor, mas alto volume, como pequenos reparos, materiais de limpeza, acessórios de TI e material de consumo. A solução prevê emissão de cartões, hierarquias de aprovação por perfil (gestores, financeiro, auditoria e compradores), recomendação inteligente de fornecedores certificados e monitoramento com alertas de uso indevido em tempo real.

Estratégia de expansão

A HeronPay afirma que sua abordagem de entrada no mercado público prioriza os governos estaduais, com foco nos 27 estados brasileiros (incluindo o Distrito Federal) e engajamento direto com secretarias de Educação, Saúde e Infraestrutura, essa estratégia, segundo a empresa, pode trazer maior velocidade de escala, volumes de transação mais relevantes por contrato e adoção institucional mais consistente, se comparada à entrada direta nos mais de 5.500 municípios do país que possuem volumes muito relevantes também de micro-gastos.

“Somos uma plataforma agnóstica em relação a emissores de cartão, permitindo conectar governos, bancos e emissores conforme o caso de uso, sem dependência de um único parceiro financeiro”, completa Luanna.

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