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SPIC Brasil e GE Vernova aceleram a modernização da Usina Hidrelétrica de São Simão, atingindo importantes marcos de desempenho

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•     Colaboração na engenharia proporciona uma redução significativa no tempo de inatividade da unidade.

•     Programa de modernização aumenta a eficiência e a segurança, contribuindo para a segurança energética do país no longo prazo.

•     A transição para sistemas de controle 100% digitais marca um novo padrão para o desempenho de ativos

A SPIC Brasil, operadora da Usina Hidrelétrica (UHE) São Simão, localizada na divisa entre Goiás e Minas Gerais, e a GE Vernova Inc. (NYSE:GEV) anunciaram hoje a conclusão bem-sucedida da modernização da Unidade Geradora (UG) 3. Esta é a terceira unidade, de um total de seis, a passar por renovação completa. Este marco foi alcançado em 10,3 meses, um prazo menor que o registrado nas unidades anteriores e abaixo do limite regulamentar de 12 meses estabelecido pelo Operador Nacional do Sistema (ONS) e pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

A modernização da usina de 1.710 MW, que fornece energia para aproximadamente 6 milhões de residências, está sendo executada por um consórcio liderado pela GE Vernova e que conta com a participação da Powerchina, encarregada do fornecimento dos sistemas hidromecânicos, SDSC e BOP elétricos e mecânicos. Ao integrar engenharia especializada, tecnologia proprietária e um foco unificado na excelência operacional, o projeto garante que a usina operará com confiabilidade superior pelos próximos 30 anos.

Execução técnica e sinergia operacional

O projeto envolveu desafios logísticos e de engenharia extremamente complexos. Somente a fase de desmontagem, necessária para iniciar a modernização, levou aproximadamente três meses. Durante o processo, as equipes movimentaram estruturas gigantescas, manuseando peças com peso de até 410 toneladas e incluindo a operação de um portão de vagão com 12 metros de altura.

Com a entrega da UG3, o cronograma está progredindo e a equipe já está se preparando para a paralisação da UG1, que será a quarta unidade geradora da lista a iniciar o seu ciclo de modernização.

“As lições aprendidas durante as modernizações das unidades geradoras anteriores nos permitiram aplicar na prática a melhoria contínua, que é uma das premissas da nossa companhia. Além disso, estamos capturando sinergias com o projeto de ampliação da usina, a futura UG7. Tudo está muito bem conectado. Mesmo com equipes distintas dedicadas a cada um dos projetos, operamos com processos similares, compartilhamos recursos e mantemos muita colaboração para assegurar a excelência e a segurança de ambas as obras”, destaca Adriana Waltrick, CEO da SPIC Brasil.

A GE Vernova gerencia todo o processo de engenharia, integração, instalação e comissionamento dos sistemas principais da usina, incluindo turbinas, geradores e equipamentos auxiliares.

“A UHE São Simão é um ativo fundamental para a energia do país. Concluir esta etapa desafiadora, bem abaixo do prazo médio de mercado, reforça a capacidade técnica do nosso time. Esta colaboração de sucesso com a SPIC Brasil e nosso consorciado, aplicando lições aprendidas e utilizando a experiencia da GE Vernova em projetos de modernização, demonstra como a reforma eficiente de usinas existentes é, hoje, uma das formas mais inteligentes e competitivas de garantir a segurança energética nacional e atualizar a infraestrutura do setor elétrico”, afirmou Claudio Trejger, CEO de Hydro Power da GE Vernova América Latina.

Escopo do projeto e investimento estratégico

O robusto programa de modernização é impulsionado por um investimento superior a R$ 1,2 bilhão distribuído ao longo de dez anos. A iniciativa visa aumentar a eficiência, a confiabilidade e a segurança da UHE São Simão, garantindo sua excelência operacional por mais três décadas.

O projeto completo para as seis unidades tem previsão de conclusão para 2029 e está estruturado em sete grandes pacotes, que vão desde a substituição de transformadores e a reforma das pontes rolantes até a completa transição dos sistemas de controle – que passarão de uma arquitetura analógica para uma 100% digital.

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