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Empresas ampliam uso da Starlink e enfrentam desafio de gerir múltiplos terminais

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Grandes empresas de setores como energia, mineração, logística e construção vêm adotando a Starlink para manter conectadas operações críticas em localidades remotas, mas a expansão do número de antenas também cria um novo desafio operacional. Quando uma companhia precisa administrar dezenas de terminais distribuídos por diferentes regiões, acompanhar o funcionamento dos equipamentos, identificar falhas e acionar suporte pode consumir tempo das equipes e aumentar o risco de interrupções.

Cláudio Calonge, CEO da Briskcom, empresa com mais de duas décadas de experiência em conectividade para operações críticas, acompanha esse cenário e avalia que a contratação de planos de internet via satélite não resolve, sozinha, a necessidade de gestão das operações. “Quando uma empresa passa a ter vários terminais espalhados por localidades diferentes, o desafio deixa de ser apenas contratar conectividade. É preciso saber se os equipamentos estão funcionando, qual é o consumo de cada operação, onde existem problemas e quem vai atuar quando alguma unidade sair do ar. Sem monitoramento e suporte especializado, a gestão pode acabar virando uma tarefa paralela para equipes que já têm outras responsabilidades”, afirma.

A complexidade aumenta em operações nas quais a conectividade não pode ser interrompida, como canteiros de obras, plantas de energia, áreas de mineração e estruturas logísticas afastadas dos grandes centros. Nesses casos, a contratação direta dos serviços ou por meio de revendas pode parecer mais simples no início, mas a ausência de monitoramento centralizado e de suporte técnico contínuo pode dificultar a identificação e a resolução de problemas. Para empresas com múltiplos terminais, a questão passa a envolver também dimensionamento adequado dos equipamentos, necessidade de banda, acompanhamento de desempenho e organização da operação.

A Briskcom atua justamente nesse espaço, oferecendo venda e gestão de planos de Starlink Corporativa para operações que dependem de conectividade em locais remotos. A empresa pode detalhar os principais problemas encontrados na administração de múltiplos terminais, os critérios que devem ser considerados no dimensionamento de uma estrutura desse tipo e os impactos operacionais de manter equipamentos sem acompanhamento contínuo.

Na avaliação de Calonge, a eficiência está em concentrar a gestão da conectividade e reduzir o tempo gasto pelas equipes com problemas que poderiam ser identificados e tratados de forma preventiva. “Em operações críticas, o custo de uma conexão não deve ser analisado apenas pelo valor da mensalidade. É preciso considerar o impacto de uma indisponibilidade, o tempo que a equipe perde tentando identificar a causa do problema e a capacidade de contar com suporte quando uma ocorrência acontece. Uma estrutura com monitoramento constante e atendimento técnico 24 horas ajuda a transformar a conectividade em uma operação mais previsível”, conclui.

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