David Maxsuel, sócio-fundador da Maxsuel & Rodrigues, atua para equilibrar relações entre franqueadores e franqueados e se firma como uma das vozes mais influentes no setor.
O sistema de franquias no Brasil movimenta mais de R$ 200 bilhões ao ano, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF). Atrás desses números, porém, está uma realidade menos glamourosa: contratos abusivos, cláusulas leoninas e um desequilíbrio jurídico que historicamente favorece grandes redes em detrimento dos franqueados.
É nesse cenário que o advogado David Maxsuel, sócio-fundador da Maxsuel & Rodrigues, em Brasília, construiu sua marca profissional. Em pouco tempo, consolidou-se como uma das principais vozes do país na defesa de empreendedores que investem em franquias e acabam em disputas desiguais.
“A fragilidade está sempre do lado de quem compra a franquia. Nosso objetivo é garantir que esses empresários tenham voz, respaldo jurídico e caminhos para equilibrar suas relações comerciais”, afirma.
Formado em Direito em 2016, Maxsuel assumiu nos últimos anos casos emblemáticos de litígios contra práticas abusivas, além de criar uma estrutura de suporte estratégico e preventivo para franqueados. O advogado também lidera iniciativas voltadas à organização de associações de franqueados, incentivando a mobilização coletiva como instrumento de força no setor.

A atuação o levou recentemente ao cargo de Diretor de Relações Institucionais da ASBRAF (Associação Brasileira de Franqueados), onde passou a contribuir para a elaboração de diretrizes nacionais em prol dos empreendedores.
“O trabalho preventivo é tão importante quanto o contencioso. Informação é poder, e nossa missão é traduzir a legislação e a jurisprudência para que franqueados possam tomar decisões conscientes”, diz.
Com a digitalização acelerada de processos, o escritório tem adotado ferramentas tecnológicas e uma gestão focada em eficiência e comunicação transparente. O objetivo é simples, mas ambicioso: garantir que o setor de franquias brasileiro — um dos mais vibrantes do mundo — cresça de forma sustentável e sem deixar os pequenos pelo caminho.
“Cada caso reforça a necessidade de criar trilhas jurídicas que equilibrem essas relações. O setor de franquias só será realmente sustentável quando houver justiça para todos os lados envolvidos”, completa.








