O avanço das operações de fusões e aquisições no Brasil tem intensificado a ocorrência de disputas pós-fechamento, ampliando a necessidade de análises econômico-financeiras integradas em processos judiciais e arbitrais. Em um país que soma mais de 80 milhões de processos em tramitação, segundo o relatório Justiça em Números do Conselho Nacional de Justiça, cresce a busca por laudos técnicos capazes de apoiar decisões em controvérsias corporativas complexas, especialmente aquelas relacionadas a operações societárias de grande porte.
Nesse contexto, a SWOT Global Consulting atua oferecendo laudos multidisciplinares para disputas judiciais, arbitragens e conflitos corporativos. Marcello Guimarães, presidente da SWOT, explica que a integração técnica se tornou decisiva nesse tipo de controvérsia. “As disputas pós-M&A envolvem cláusulas contratuais, projeções financeiras, critérios contábeis e, muitas vezes, aspectos operacionais e de engenharia que não podem ser analisados de forma fragmentada”, afirma o executivo. “Laudos integrados reduzem assimetrias de informação e aumentam a segurança técnica das decisões.”
O crescimento do mercado de fusões e aquisições no país, monitorado por bases públicas como o Transactional Track Record, ocorre em paralelo à expansão da arbitragem como meio de resolução de conflitos empresariais. Câmaras arbitrais brasileiras como a CAM-CCBC e a Camarb vêm registrando aumento consistente no volume de casos nos últimos anos, com destaque para setores como energia, infraestrutura e construção, nos quais a complexidade técnica das disputas exige análises aprofundadas e multidisciplinares.
Ao reunir análises contábeis, econômico-financeiras em um único trabalho técnico, a especialização integrada tem se consolidado como ferramenta estratégica para mitigar riscos e evitar disputas prolongadas no pós-M&A. “Quando diferentes disciplinas convergem em um laudo único, o processo decisório ganha clareza e objetividade, o que contribui para soluções mais rápidas e assertivas, seja na negociação, na arbitragem ou no Judiciário”, conclui Guimarães.

