
Com aumento generalizado de IOF sobre remessas, crédito e previdência, investidores buscam alternativas em dólar com maior previsibilidade fiscal e segurança jurídica
Com o aumento do IOF sobre remessas internacionais, crédito e previdência, o ambiente tributário brasileiro dá novos sinais de instabilidade. A medida mais controversa foi o reajuste da alíquota para 3,5% na compra de moeda estrangeira e transferências ao exterior, anulando o plano anterior de reduzir gradualmente esse tributo até 2029. A mudança, feita com poucos meses de diferença de declarações oficiais que prometiam estabilidade, tem acentuado a percepção de insegurança jurídica e levado investidores a buscarem alternativas para proteger seu patrimônio, especialmente em ativos dolarizados e fora do Brasil.
Além da alta no IOF sobre remessas, outras decisões reforçaram o aumento da carga tributária. A previdência privada do tipo VGBL, que antes era isenta, passou a sofrer incidência de IOF de 5% para aportes mensais acima de R$ 50 mil. Linhas de crédito também foram impactadas: o IOF em empréstimos para empresas dobrou para 3,95% ao ano, enquanto no Simples Nacional o encargo subiu para 1,95%. Essas mudanças ocorrem em um momento de juros altos e acesso restrito ao crédito, o que amplia os custos operacionais e reduz a previsibilidade do investidor, empreendedor e poupador brasileiro.
Para o consultor e gestor Fábio Murad, o aumento dos impostos é reflexo de um Estado ineficiente e que transfere a conta para o contribuinte. “A resposta mais inteligente é sair da armadilha com conhecimento e estratégia. Investir fora do Brasil é uma forma de preservar poder de compra, blindar o capital e buscar renda em moeda forte”, afirma. Ele defende que brasileiros considerem compor parte do seu portfólio em economias mais estáveis e com maior segurança jurídica, especialmente diante da recente reversão de compromissos fiscais assumidos publicamente pelo governo.
Com essa proposta, Murad criou o Super ETF, um programa de formação voltado para investidores que desejam operar com ETFs listados nas bolsas americanas e gerar renda passiva em dólar com estratégias profissionais baseadas em opções. O curso ensina desde a abertura de conta em corretora internacional até o uso de ferramentas de controle de risco e simulação de resultados, como o software Oplab. Os alunos aprendem a operar com ativos como SPY, QQQ, VT e GLD e a implementar operações como Covered Call, Wheel e Travas, usando uma metodologia prática e replicável.
Com mais de 15 anos de atuação no mercado financeiro, Murad é fundador da Ipê Investimentos, Tomorrow Investimentos e Ipê Avaliações. O Super ETF foi concebido como uma alternativa educativa e estratégica para investidores que desejam autonomia, disciplina e foco na geração de renda em moeda forte. Embora aplicável também aos ETFs da B3, o curso tem ênfase em ativos globais, com alta liquidez e potencial de geração de caixa mensal, oferecendo ao investidor brasileiro um caminho para diversificação e proteção patrimonial em um cenário de instabilidade fiscal. Mais informações estão disponíveis em www.superetf.com.br.
