Com forte alta da imigração e da presença internacional no estado, o Grupo Rede Vistorias alerta para a importância da vistoria técnica como garantia de segurança jurídica e transparência na locação.
Santa Catarina se consolida como um dos principais destinos de imigração no Brasil. Dados do Censo 2022 indicam que o número de estrangeiros residentes no estado saltou de cerca de 11,6 mil em 2010 para aproximadamente 73 mil em 2022 — crescimento superior a 500% no período. O estado lidera o saldo migratório nacional e atrai venezuelanos, haitianos, argentinos, uruguaios, chilenos e europeus, incluindo russos que passaram a escolher o litoral catarinense como destino de moradia, trabalho e investimento.
Essa tendência de alta se confirmou nos anos seguintes. Dados do SISMIGRA (Polícia Federal), analisados pelo Observatório das Migrações em Santa Catarina, indicam que o fluxo de regularizações permaneceu intenso entre 2022 e 2024. Com a continuidade desse movimento, estima-se que a população internacional residente no estado já tenha superado a marca de 100 mil pessoas no início de 2026, consolidando Santa Catarina como o principal polo de imigração e investimento estrangeiro no Sul do Brasil.
A capital Florianópolis concentra parte relevante dessa nova população internacional, impulsionada pela qualidade de vida, setor de tecnologia e mercado imobiliário aquecido. Além disso, o estado também registrou forte aumento na entrada de turistas estrangeiros nos últimos anos, movimento que muitas vezes evolui para permanência de médio e longo prazo.
Com esse crescimento, aumenta também a procura por imóveis para locação e, junto com ela, os riscos relacionados a contratos, diferenças culturais, barreiras linguísticas e desconhecimento da legislação brasileira. Proprietários, por sua vez, muitas vezes demonstram insegurança ao negociar com inquilinos estrangeiros, especialmente quando há renda vinda do exterior.
Nesse cenário, a vistoria técnica ganha papel estratégico como instrumento de proteção para ambas as partes. “Quando existe um laudo detalhado, com registro técnico e fotográfico das condições do imóvel antes da entrada do locatário, reduzimos drasticamente a chance de conflitos no encerramento do contrato. Para o estrangeiro, isso significa segurança jurídica. Para o proprietário, é a garantia de que o patrimônio está protegido”, afirma Enrico Dias, do Grupo Rede Vistorias.
Segundo ele, a transparência no processo é ainda mais essencial quando o inquilino não domina completamente o idioma ou não está familiarizado com a legislação brasileira. “A vistoria profissional traz clareza, evita interpretações subjetivas e estabelece um marco técnico incontestável sobre o estado do imóvel. Isso dá tranquilidade para quem está começando uma nova vida no país.”
Com atuação consolidada em Santa Catarina, o Grupo Rede Vistorias reforça que, diante da nova configuração demográfica do estado, a informação e a formalização adequada dos processos de locação deixam de ser apenas uma etapa burocrática e passam a ser um serviço de utilidade pública, fundamental para garantir relações imobiliárias mais seguras, equilibradas e transparentes








