Criada pela Kroya, a marca já atende mais de 35 clientes distribuidores em 25 cidades e investe em fabricantes especializados para ampliar o controle de qualidade e acabamento
A BASE chega ao mercado brasileiro como o sinal mais claro de que o universo de acessórios para headshop e tabacaria entrou em uma nova fase. O que antes era tratado como hábito marginalizado hoje se integra ao cotidiano de diferentes perfis de consumidores, atravessando gerações, profissões e estilos de vida. Essa mudança cultural, já refletida no crescimento acelerado do setor, abre espaço para marcas capazes de traduzir esse novo comportamento em produtos, linguagem e experiência. É exatamente nesse ponto que a BASE, criada pela Kroya Importadora e Distribuidora Comercial Ltda., se posiciona: como a marca que inaugura a era do design, da funcionalidade e da estética contemporânea dentro de um mercado que movimenta quase R$ 1 bilhão por ano no Brasil.
Com quase três décadas de atuação e presença consolidada em todos os estados brasileiros, a Kroya já representa marcas globais como a Smoking e abastece milhares de pontos de venda. Mas a BASE nasce com um foco novo e diferente: atualizar a forma como o mercado enxerga bandejas, piteiras, trituradores, cuias e cinzeiros. Esses objetos deixaram de ser itens escondidos em gavetas e passaram a ocupar mesas, prateleiras e ambientes domésticos, acompanhando a mesma lógica que transformou utensílios de cozinha, garrafas térmicas e produtos de autocuidado em elementos de lifestyle. A marca rejeita estereótipos que historicamente marcaram o segmento — caveiras, personagens rastafáris, estética hippie — e aposta em uma linguagem que dialoga com consumidores ligados à moda, música, arte, gastronomia, tecnologia e streetstyle, além de mulheres e pessoas LGBTQIAPN+, que hoje influenciam tendências e ocupam posições de liderança no setor.
O movimento da BASE acompanha a evolução do próprio mercado. Segundo o Anuário de Mercado da Kaya Mind, o segmento adulto de headshops, growshops e acessórios já movimenta cerca de R$ 869 milhões no Brasil, enquanto o mercado de cannabis medicinal deve alcançar R$ 967 milhões em 2025. Somados, esses dois universos formam uma economia de quase R$ 2 bilhões — impulsionada pela redução do estigma, pela profissionalização do varejo e pela expansão do e-commerce. Nos últimos cinco anos, o setor cresceu acima da inflação, com aumento expressivo no consumo de sedas, filtros, tabacos de enrolar, trituradores, bongs e acessórios de lifestyle. O público, majoritariamente entre 25 e 44 anos, destina cerca de 8% da renda mensal a esses produtos, evidenciando que eles já fazem parte de rotinas consolidadas.
Para sustentar sua proposta de reposicionamento, a BASE reorganizou completamente sua cadeia produtiva. A Kroya passou a trabalhar diretamente com 16 fabricantes especializados em vidro, metal, plástico e silicone, rompendo com o modelo tradicional baseado em uma única trading. Essa estrutura permite maior controle sobre qualidade, acabamento e diferenciação, além de abrir espaço para o desenvolvimento de produtos próprios e soluções adaptadas ao hábito brasileiro — como a cuia de mistura, acessório de origem nacional que não aparece com a mesma relevância em mercados estrangeiros. A marca também incorpora princípios de redução de danos ao oferecer acessórios que substituem improvisos e tornam o consumo mais seguro e confortável, como piteiras maiores que reduzem a temperatura da fumaça e evitam queimaduras nos dedos.
O lançamento da BASE confirma que o mercado estava pronto para essa atualização. Mesmo em fase inicial, a marca já registra vendas para mais de 35 clientes distribuidores, com presença em 25 cidades brasileiras. A projeção para os próximos 6 meses é atingir centenas de pontos de venda pelo Brasil, impulsionada pela capilaridade da Kroya e pelo crescimento contínuo do setor.
A BASE não surge apenas como mais uma marca: ela inaugura uma nova categoria dentro do mercado de headshop. Uma categoria onde acessórios deixam de ser meros instrumentos de consumo e passam a ser extensões de identidade, gosto estético e pertencimento cultural. Uma categoria que acompanha a evolução do consumidor brasileiro e reposiciona o ritual esse ritual de pausa dentro do universo do design, da funcionalidade e da estética contemporânea. A BASE é a marca que traduz essa virada — e que agora assume o protagonismo de conduzir o mercado para seu próximo capítulo.

