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BRASAS English Course aplica sua metodologia no ambiente EAD e foca em São Paulo para expansão

POR REBENTO COMUNICAÇÃO CRIATIVA 
O BRASAS English Course, empresa carioca de cursos de inglês, anunciou, recentemente, o lançamento do seu curso online, com aulas ao vivo, o BRASAS Online. Com ticket médio mais em conta e com ambiente pedagógico 100% preparado para o digital, a marca espera se consolidar em novos estados: “Estamos expandindo em São Paulo, com ótimos resultados, e o Norte e Nordeste também estão em nossos planos”, explica Peter O’Donnell, presidente da rede.

Com aproximadamente 400 estudantes matriculados, o curso já é um sucesso. Ao final da fase teste, houve um aumento de 77%  no total de alunos. Os públicos-alvo são principalmente adultos e jovens a partir de 14 anos, uma vez que nesta idade já são familiarizados com computadores e têm independência para participar das aulas. Há duas modalidades de formação, com diferentes frequências e aulas particulares ou em grupo, e ambas incluem o material didático digital.

Em poucas semanas, o estado de São Paulo já representa 15% dos alunos da plataforma, que se juntam aos quase 40 mil espalhados em unidades físicas pelo Brasil.

Há outro motivo que faz a expectativa para o crescimento em São Paulo ser grande, segundo André Andrade, diretor do BRASAS Online. Vários alunos que conheciam o curso eram de outras localidades com unidades presenciais, mas ficaram “órfãos” quando precisaram se mudar para SP: “Eles ficaram muito felizes em saber que poderiam voltar a estudar com o BRASAS na modalidade Online e estão adorando o formato”, complementa.

Além do novo curso, o BRASAS também está buscando parcerias para abrir unidades físicas em conjunto com outras instituições superiores de Ensino. Abrir uma sala dentro de uma empresa ou escola ou universidade e, ao contrário também, que outras empresas abram e usem salas das unidades físicas do BRASAS, para tornar o negócio mais rentável para ambas as partes, é uma medida que tem sido discutida principalmente após a pandemia.
Crédito: divulgação
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