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Como a geopolítica está redesenhando o turismo global — e abrindo espaço para o Brasil

Eduardo Manzano, do EMDA Studio - Créditos da foto: Divulgação

Eduardo Manzano, do EMDA Studio - Créditos da foto: Divulgação

Com a escalada de instabilidade no Oriente Médio, um padrão recorrente volta a se consolidar: a redistribuição dos fluxos internacionais de viajantes a partir da percepção de risco. Esse tipo de movimento costuma afetar diretamente hubs consolidados e reorientar a demanda para mercados considerados mais estáveis.

Mais do que uma mudança de destino, trata-se de uma reorganização de mercado, com impacto potencial sobre ocupação hoteleira, investimentos e posicionamento de países no turismo internacional.

Nesse contexto, o Brasil aparece como um dos destinos com capacidade de absorver parte dessa demanda — especialmente pela combinação de diversidade territorial, oferta ainda pouco explorada e potencial de desenvolvimento.

A ideia é abordar:

Entre os pontos relevantes estão a conectividade aérea, a qualidade da infraestrutura, o desenvolvimento de produtos de maior padrão e, principalmente, a forma como o país se posiciona internacionalmente.

Ele pode comentar tanto os impactos desse movimento no curto prazo quanto as oportunidades estruturais que se abrem para o Brasil.

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