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Saúde

Como o calor extremo afeta o rendimento e aumenta o risco de lesão

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Crédito da foto: Divulgação
Crédito da foto: Divulgação

Com a intensificação das ondas de calor em diversas regiões do país, aumenta também a preocupação com a prática de atividades físicas em ambientes de alta temperatura. O calor extremo afeta diretamente o desempenho de atletas profissionais e amadores, além de aumentar consideravelmente o risco de lesões e complicações de saúde.

Segundo o médico do esporte e especialista em lesões esportivas, Dr. Abaeté Neto, o corpo humano tem um limite de adaptação à temperatura, e quando ele é ultrapassado, há impacto imediato na performance e na segurança do exercício. “O calor reduz a eficiência do sistema cardiovascular, provoca desidratação, aumenta a fadiga e pode levar à perda de coordenação motora, fatores que elevam a chance de lesões musculares e articulares”, explica.

Além do risco físico, o rendimento também é comprometido. Durante treinos e competições sob calor intenso, o organismo desvia parte da energia para tentar manter a temperatura corporal estável, o que reduz a capacidade de esforço e de recuperação. “Mesmo atletas bem preparados sentem os efeitos. É comum observar quedas de rendimento, tonturas, cãibras e, em casos mais graves, quadros de exaustão pelo calor e insolação”, afirma o especialista.

Para minimizar os efeitos negativos, o ideal é evitar treinos nos horários de maior exposição solar, entre 10h e 16h. Hidratação constante, roupas leves, proteção solar e adaptação da intensidade do exercício às condições climáticas são medidas essenciais. “Em dias muito quentes, é mais seguro ajustar o treino, priorizar locais ventilados ou com sombra, e respeitar os sinais do corpo. O desempenho pode esperar; a saúde, não”, alerta Dr. Abaeté Neto.

O alerta vale não apenas para atletas de alta performance, mas também para praticantes de esportes recreativos, como corrida, ciclismo, futebol e beach tennis, modalidades que crescem nas praias e espaços ao ar livre. Com o aumento das temperaturas globais, adaptar a rotina de exercícios ao clima deixou de ser uma precaução para se tornar uma necessidade.

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