O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne nos dias 15 e 16 de setembro para definir os próximos passos da taxa básica de juros. Com a Selic atualmente em 14% ao ano, o mercado projeta, segundo o Boletim Focus mais recente, um corte de 0,25 ponto percentual até o fim de 2026, levando a taxa a 13,75%. A expectativa, porém, ocorre em um ambiente de cautela, diante da inflação ainda acima do limite superior da meta, das expectativas inflacionárias e das incertezas no cenário externo.
Rodrigo Grossi, COO da HUMU, está disponível para comentar a decisão do Copom e os possíveis desdobramentos da política monetária. Com olhar voltado ao cenário econômico, ele pode analisar o que está por trás da decisão do Banco Central e os impactos dos juros sobre consumidores, empresas e investimentos.
Entre os temas que podem ser abordados estão:
- Corte ou manutenção da Selic: quais fatores podem pesar na decisão do Copom de setembro e por que o espaço para novas reduções continua sendo avaliado com cautela;
- Inflação e juros: como a inflação corrente e as expectativas para os próximos anos influenciam a estratégia do Banco Central;
- Fim do ciclo de cortes: o que pode determinar se uma eventual redução em setembro será apenas mais uma etapa ou o encerramento do atual ciclo de flexibilização monetária;
- Impactos para o consumidor: como a Selic afeta crédito, financiamentos, cartões e decisões de consumo;
- Empresas e investimentos: quais setores e perfis de empresas podem sentir primeiro uma eventual queda dos juros;
- Cenário externo: como decisões de outros bancos centrais, câmbio, commodities e tensões geopolíticas podem limitar o espaço para cortes no Brasil;
- O que observar depois da decisão: quais sinais do comunicado e da ata do Copom podem indicar os próximos passos da política monetária.








