O projeto, promovido pela Conagua, integra as ações prioritárias do Plano Nacional Hídrico do México.
- A Cox construirá a primeira etapa da usina de dessalinização, que terá capacidade de 2.200 litros por segundo, permitindo adicionar aproximadamente 190 milhões de litros diários de água potável ao sistema regional de abastecimento.
- A planta atingirá capacidade final de 4.400 litros por segundo, fornecendo mais de 380.000 m³ de água potável por dia a cerca de dois milhões de habitantes de Tijuana e Playas de Rosarito.
- Será a maior usina de dessalinização da América Latina destinada ao consumo humano, um marco para o qual a Cox contribui após ter desenvolvido, em 16 países, plantas que totalizam mais de 4,4 milhões de m³/dia de capacidade de produção de água dessalinizada. Entre elas está Taweelah, a maior do mundo por osmose reversa.
Cox, grupo internacional especializado em infraestruturas críticas de água e energia, venceu, por meio de licitação pública, o contrato para a construção da usina de dessalinização de Rosarito, na Baixa Califórnia (México). Promovido pela Comissão Nacional da Água (Conagua), o projeto prevê investimento de US$ 304 milhões e contribuirá para reforçar a segurança hídrica da região, beneficiando um milhão de pessoas em sua primeira etapa.
A usina de dessalinização integra as iniciativas prioritárias do Plano Nacional Hídrico do México e atenderá às necessidades de abastecimento dos municípios de Playas de Rosarito e da região sudoeste de Tijuana.
“Este projeto reafirma nosso compromisso com o México após a aquisição da Iberdrola México. Com esta adjudicação, aportamos ao país nossa experiência no setor de água. Seguimos trabalhando no desenvolvimento de infraestruturas que contribuam para o bem-estar das pessoas e para o crescimento sustentável do país. Temos orgulho de colaborar com as autoridades federais e estaduais em uma iniciativa alinhada aos objetivos do Plano Nacional Hídrico e que ajudará a fortalecer a resiliência da região diante dos desafios associados às mudanças climáticas”, afirma Enrique Riquelme, presidente-executivo da Cox.
A primeira fase do projeto contempla a construção de uma usina de dessalinização com capacidade de tratamento de 2.200 litros por segundo, permitindo adicionar aproximadamente 190 milhões de litros diários de água potável ao sistema regional de abastecimento. O prazo previsto para a execução das obras é de três anos.
A Cox será responsável pela engenharia, pelo fornecimento de equipamentos especializados e pela construção da infraestrutura, que proporcionará uma fonte de abastecimento complementar e independente do rio Colorado, reforçando a disponibilidade de recursos hídricos na Baixa Califórnia. A usina terá capacidade final de produção de 4.400 litros por segundo, equivalente a mais de 380.000 m³ diários de água para consumo humano, o que a tornará a maior instalação desse tipo na América Latina.
A planta utilizará tecnologia de osmose reversa, sistema avançado de tratamento que emprega membranas semipermeáveis para remover sais, minerais e impurezas da água do mar e transformá-la em água potável. A tecnologia se destaca pela elevada eficiência operacional, pela qualidade da água produzida e pela menor intensidade energética em comparação com outras soluções de dessalinização.
Referência internacional em dessalinização e tratamento de água, a Cox possui usinas distribuídas por 16 países que somam mais de 4,4 milhões de m³/dia de capacidade de produção de água dessalinizada. A companhia acrescenta este novo marco ao seu portfólio após ter construído, nos Emirados Árabes Unidos, Taweelah, a maior usina de dessalinização por osmose reversa do mundo, com capacidade de 909.000 m³ por dia. Também desenvolveu Agadir, no Marrocos, a maior da África destinada à irrigação e ao consumo humano, com capacidade de 400.000 m³ por dia, além da primeira usina de dessalinização da África Ocidental, em Acra (Gana), com produção de 60.000 m³ por dia.








