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Creator economy avança no Brasil: Eduzz reúne mais de 600 mil empreendedores digitais e reforça o amadurecimento do setor

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A companhia soma aproximadamente 150 mil produtores e 500 mil afiliados, em uma base de 26,7 milhões de compradores, consolidando-se como uma das principais comunidades do país

A creator economy já movimenta mais de US$250 bilhões em todo o mundo, segundo o Goldman Sachs, com projeção de chegar a US$480 bilhões até o próximo ano. No Brasil, esse mercado vem deixando de ser associado apenas a formatos mais pontuais ou ciclos rápidos de atenção para avançar em direção a uma lógica mais madura, profissionalizada e diversificada.

Esse movimento aparece de forma concreta na trajetória da Eduzz, que atua como uma plataforma e comunidade para empreendedores digitais, possuindo atualmente mais de 2,5 milhões de produtos cadastrados, entre cursos online, livros e ebooks, eventos presenciais, MBA e Pós Graduações, SaaS e apps. Desde 2014, aproximadamente 150 mil produtores e 500 mil afiliados já venderam através da companhia, conectando creators, especialistas e empreendedores digitais a uma base de 26,7 milhões de compradores.

“Ajudamos experts e empreendedores digitais a transformarem audiência e conhecimento em negócios mais sólidos e duradouros. O creator de hoje é mais exigente, mais criterioso e precisa de mais do que uma infraestrutura de pagamento e uma ferramenta de hospedagem de conteúdo digital. Ele quer um parceiro que entenda o negócio dele. Ele precisa de estrutura, de conexões e de um ambiente que o ajude a crescer e vender mais”, diz Regis Bortolin, Chief Revenue Officer (CRO) da Eduzz.

Segundo o executivo, a creator economy vive um momento de crescimento de categorias e de evolução de formatos, com criadores presentes em praticamente todos os setores da economia. Apesar desse cenário, o sucesso depende de fundamentos bem estruturados: “O negócio no mercado digital é composto de três pilares: as estratégias de marketing digital e todas as suas metodologias, o pilar de liderança de comunidade com um posicionamento forte dentro de um nicho, e a camada de produto, de educação de fato, que é a transformação que se gera”, explica. 

Ao longo de sua trajetória, a Eduzz já impactou milhões de pessoas que consumiram conteúdos e produtos no ecossistema. Até hoje, 17,3 milhões de alunos já passaram pelo Nutrora área de membros da empresa usada para hospedar, organizar e acessar conteúdos educacionais, o que reforça a escala da base de consumo e de aprendizagem construída pela companhia ao longo dos anos. Estimamos que 43% da população economicamente ativa do Brasil, na faixa de 18 a 45 anos, já tenha realizado pelo menos uma compra conosco”afirma Regis.

Entre os principais subnichos da base da Eduzz, destacam-se Marketing Digital (29%), Educação (13%), Educação Física e Esporte (10%), Educação Financeira (9%), Concurso Público (8%), Investimentos (8%) e Saúde (6%).

A presença da empresa é mais forte nas regiões Sudeste e Sul, com destaque para São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, que concentram os maiores volumes de produtores, compradores, faturamento e GMV da base no país.

No recorte mais recente da análise, São Paulo lidera com mais de 63,3 mil produtores, seguido por Minas Gerais, com 38,6 mil e Rio de Janeiro, com 37,3 mil. Esses estados também se destacam pelo elevado volume de GMV, reforçando sua relevância para o negócio.

“Criar um produto digital não é mais um diferencial competitivo hoje em dia. A tecnologia e, principalmente, a IA nivelou o mercado. O que diferencia os grandes players é a capacidade de liderança, a habilidade de gerar mudança real no mentorado, e não apenas entregar informação”, diz o executivo.

Alguns dos casos de sucesso que contam com o apoio da Eduzz para alcançar resultados expressivos são Nathalia Garrote, infoprodutora e criadora do Método Negócios Digitais Lucrativos; Angela Sirino, psicanalista, escritora e empresária à frente do Instituto Fazendo a Diferença (Instituto FD), Marcus Marques, um dos principais influenciadores do Brasil e fundador do Grupo Acelerador Empresarial; Luiz Barsi, economista, advogado e o maior investidor individual brasileiro e Rodrigo Silva, arqueólogo, teólogo e filósofo.

Entre as principais soluções que a fazem ser reconhecida como um motor que viabiliza o sucesso de empreendedores digitais, ajudando-os a vender mais e obter melhores resultados, está a Unifast, empresa do grupo focada em transformar empresas digitais em verdadeiros negócios de educação formal

“Por meio de uma metodologia própria e de uma estrutura acadêmica completa, apoiamos infoprodutores e especialistas na criação, certificação e escalabilidade de programas educacionais de alto valor, como pós-graduações, MBAs, formações e cursos de extensão. A proposta permite que os produtores ingressem no segmento de educação formal, ampliando sua participação no mercado”, pontua Regis. 

A Eduzz também vem ampliando seu portfólio por meio de aquisições estratégicas em fusões e aquisições (M&A, na sigla em inglês), como o Active Sales, incorporado no ano passado à companhia para apoiar clientes na venda de forma mais eficiente.

“Fomos a primeira plataforma digital a ter uma operação de cobrança exclusiva para recuperação de vendas. Além disso, fomos pioneiros e seguimos como uma das poucas a oferecer uma ticketeria de eventos presenciais, a Blinket, que permite ao infoprodutor fazer toda a gestão do seu evento. Só nos últimos 12 meses, a Eduzz realizou mais de 12 mil eventos presenciais e, no acumulado de 2014 a 2026, já são quase 100 mil eventos”, compartilha.

Para a companhia, o amadurecimento da creator economy deve aprofundar uma transformação que já está em curso: creators cada vez menos dependentes de uma única fonte de receita e cada vez mais estruturados como negócios completos, com comunidade, recorrência, produtos próprios e operação profissionalizada. “A visão da Eduzz é apoiar empreendedores comprometidos com entrega real, reputação e crescimento de longo prazo. Hoje, crescer depende menos de atrair mais gente a qualquer custo e mais de estruturar melhor o que acontece depois da entrada do cliente”, destaca.

Para o executivo, o que muda daqui pra frente é que a exigência do consumidor tende a aumentar cada vez mais. “Produtos digitais já não são novidade. A gente tem um volume muito grande de pessoas que já consumiram esse tipo de produto no Brasil, então elas conseguem comparar e chegar a uma conclusão se um mentor ou um produto é bom de fato. Então, se aquele empreendedor não se preocupa verdadeiramente com a experiência do cliente, com a comunidade, com a entrega, e se adapta constantemente às novas metodologias de venda, provavelmente ele está fora do jogo”, conclui Regis.

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