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Credores minoritários desafiam reestruturações e colocam governança em xeque

Gustavo Arbach - Créditos da imagem: Divulgação

Gustavo Arbach - Créditos da imagem: Divulgação

Caso envolvendo a Braskem reacende o debate sobre transparência, governança e os limites da atuação dos controladores em negociações com credores

A movimentação de credores minoritários da Braskem para questionar sua exclusão das negociações da reestruturação financeira da companhia e recorrer à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) coloca em evidência uma discussão que vai além do caso: quais são os limites da atuação da administração e dos controladores na condução dessas operações?

Em um cenário de reestruturações complexas, o episódio reforça a importância da governança corporativa, da transparência e da observância dos direitos dos diferentes grupos de credores para reduzir riscos jurídicos e regulatórios.

Por que o tema merece atenção?

Especialista disponível para entrevistas

Gustavo Arbach, sócio do Marcos Martins Advogados e especialista em Direito Societário, está à disposição para comentar os principais aspectos societários envolvidos no caso, incluindo os deveres da administração e dos controladores, os direitos de credores minoritários, os limites de atuação da CVM e os impactos da governança corporativa na segurança jurídica de processos de reestruturação.

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