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Designer explica: o que considerar ao optar por zircônia, moissanita ou diamante

Na hora de escolher uma joia, especialmente um anel de noivado ou uma peça de destaque, muitas pessoas se deparam com três opções que podem parecer semelhantes à primeira vista, mas têm diferenças importantes: a zircônia cúbica, a moissanita e o diamante. A designer Monica Rosenzweig explica que entender as características de cada uma dessas pedras é essencial para fazer uma escolha consciente, seja por estética, durabilidade ou investimento.

A zircônia cúbica é a alternativa mais acessível entre as três. Produzida em laboratório, ela tem brilho intenso e aparência que imita o diamante, o que a torna popular em bijuterias e joias de menor custo. No entanto, segundo Monica, sua principal desvantagem está na durabilidade. Com o tempo, a pedra pode perder o brilho e riscar com mais facilidade, o que impacta diretamente na sua longevidade. É uma boa escolha para quem busca impacto visual imediato sem grande investimento, mas não para uso contínuo ao longo dos anos.

Já a moissanita ocupa um lugar intermediário. Também criada em laboratório, ela possui uma dureza bastante elevada, próxima à do diamante, e um brilho ainda mais intenso, com reflexos coloridos que muitas vezes chamam mais atenção. Monica destaca que a moissanita é uma excelente alternativa para quem quer uma pedra resistente e visualmente marcante, com custo mais baixo do que o diamante. Por outro lado, esse brilho “arco íris” pode não agradar a todos, especialmente quem busca uma aparência mais clássica.

A designer Monica Rosenzweig comenta os prós e os contras de cada joia

O diamante, por sua vez, continua sendo a referência quando o assunto é sofisticação e valor. Formado naturalmente ao longo de milhões de anos, ele é a substância mais dura encontrada na natureza, o que garante extrema resistência e durabilidade. Além disso, mantém seu brilho ao longo do tempo e carrega um forte simbolismo, especialmente em joias como alianças e anéis de noivado. Monica ressalta que, apesar do custo mais elevado, o diamante é visto como um investimento e uma peça para a vida toda.

No fim das contas, não existe uma escolha certa ou errada, mas sim a que melhor se encaixa no estilo de vida, no orçamento e no significado que a pessoa deseja dar à joia. Como reforça Monica Rosenzweig, mais importante do que a pedra em si é a conexão que ela representa e a história que vai carregar ao longo do tempo.

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