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Saúde

Dia do Cérebro: Sinais Físicos Que Podem Indicar Estresse, Ansiedade ou Tonturas

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No dia 22 de julho, celebramos o Dia do Cérebro, um órgão que, apesar de comandar todas as funções vitais do corpo humano, ainda é negligenciado quando o assunto é cuidado e prevenção.

Enquanto o coração tem seu check-up anual garantido e a pressão arterial é monitorada com frequência, o cérebro muitas vezes só recebe atenção quando algo dá errado quando surgem sintomas como dores de cabeça persistentes, insônia, esquecimentos, crises de ansiedade ou sensações de tontura sem causa aparente.

“É comum ouvirmos no consultório que a tontura ‘não é nada’ ou que a compulsão por comida ou compras é apenas ‘falta de foco ou força de vontade’. Mas o cérebro fala. E muitas vezes fala de forma indireta”, explica o neurologista Dr. Saulo Nader.

Segundo a psiquiatra Dra. Maria Fernanda Caliani, as manifestações do sofrimento psíquico muitas vezes aparecem de forma corporal. “Compulsões, vertigens emocionais, falhas de memória ou cansaço excessivo podem ser sinais de que o cérebro e a mente estão sobrecarregados. Não se trata de fraqueza, mas de um sistema em desequilíbrio”, alerta.

A união entre neurologia e psiquiatria é fundamental para um diagnóstico preciso. O cérebro é um órgão físico, mas que também abriga sentimentos, pensamentos e traumas. Por isso, tratar de maneira fragmentada como se o problema fosse só “da cabeça” ou só “do corpo” pode atrasar o cuidado e aumentar o sofrimento.

Entre os quadros mais comuns observados hoje estão:


·        Tonturas sem causa clínica identificável, que podem ter origem emocional;
·        Compulsões alimentares ou comportamentais, como forma de autorregulação emocional;
·        Distúrbios do sono e da memória, que podem indicar desde ansiedade até doenças neurodegenerativas;
·        Síndromes ansiosas e depressivas, que afetam diretamente o funcionamento cerebral.

“É essencial que as pessoas saibam que sintomas físicos e emocionais podem estar conectados. Procurar um neurologista ou um psiquiatra não é sinal de fraqueza, é uma atitude de autocuidado e prevenção”, reforçam os especialistas.

Neste Dia do Cérebro, o convite é claro: escute os sinais, cuide da mente e do corpo de forma integrada. Porque quando o cérebro vai bem, tudo ao redor também melhora.

No dia 22 de julho, celebramos o Dia do Cérebro, um órgão que, apesar de comandar todas as funções vitais do corpo humano, ainda é negligenciado quando o assunto é cuidado e prevenção.

Enquanto o coração tem seu check-up anual garantido e a pressão arterial é monitorada com frequência, o cérebro muitas vezes só recebe atenção quando algo dá errado quando surgem sintomas como dores de cabeça persistentes, insônia, esquecimentos, crises de ansiedade ou sensações de tontura sem causa aparente.

“É comum ouvirmos no consultório que a tontura ‘não é nada’ ou que a compulsão por comida ou compras é apenas ‘falta de foco ou força de vontade’. Mas o cérebro fala. E muitas vezes fala de forma indireta”, explica o neurologista Dr. Saulo Nader.

Segundo a psiquiatra Dra. Maria Fernanda Caliani, as manifestações do sofrimento psíquico muitas vezes aparecem de forma corporal. “Compulsões, vertigens emocionais, falhas de memória ou cansaço excessivo podem ser sinais de que o cérebro e a mente estão sobrecarregados. Não se trata de fraqueza, mas de um sistema em desequilíbrio”, alerta.

A união entre neurologia e psiquiatria é fundamental para um diagnóstico preciso. O cérebro é um órgão físico, mas que também abriga sentimentos, pensamentos e traumas. Por isso, tratar de maneira fragmentada como se o problema fosse só “da cabeça” ou só “do corpo” pode atrasar o cuidado e aumentar o sofrimento.

Entre os quadros mais comuns observados hoje estão:

·        Tonturas sem causa clínica identificável, que podem ter origem emocional;
·        Compulsões alimentares ou comportamentais, como forma de autorregulação emocional;
·        Distúrbios do sono e da memória, que podem indicar desde ansiedade até doenças neurodegenerativas;
·        Síndromes ansiosas e depressivas, que afetam diretamente o funcionamento cerebral.

“É essencial que as pessoas saibam que sintomas físicos e emocionais podem estar conectados. Procurar um neurologista ou um psiquiatra não é sinal de fraqueza, é uma atitude de autocuidado e prevenção”, reforçam os especialistas.

Neste Dia do Cérebro, o convite é claro: escute os sinais, cuide da mente e do corpo de forma integrada. Porque quando o cérebro vai bem, tudo ao redor também melhora.

Sobre os especialistas:

Dra. Maria Fernanda Caliani é médica psiquiatra graduada e especializada em psiquiatria pela Faculdade de Medicina de Marília, em SP. Possui experiências médicas internacionais no currículo, incluindo estágio em psiquiatria hospitalar no Hospital Universitário Miguel Servet, de Zaragoza, na Espanha. Fez aprimoramento em Terapia Cognitivo Comportamental no Instituto de Psiquiatria da USP e atua como terapeuta na área. Foi a chefe da psiquiatria do PS Lapa/SPDM, foi chefe do departamento de psiquiatria do Hospital Geral de Pirajussara/SPDM. É membro efetiva da Associação Brasileira de Psiquiatria.

Dr. Saulo Nardy Nader é neurologista, referência em tontura, vertigem e distúrbios do equilíbrio. Membro da Bárány Society, atua no Hospital Israelita Albert Einstein (SP) e é criador do canal ‘Doutor Tontura’ @doutortontura e do canal do Youtube: @NeurologiaePsiquiatria, onde desmistifica esses temas com linguagem acessível.
 Mais informações: https://neurologiaepsiquiatria.com.br/

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