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Dia Nacional do Café: cariocas mantêm consumo mesmo com aumento de preços e reforçam tradição ligada à saúde e bem-estar.

Fabricio Tonegutti - Crédito da foto: Divulgação
Fabricio Tonegutti – Crédito da foto: Divulgação

O café segue sendo uma paixão nacional — e no Rio de Janeiro, ele é quase um patrimônio cultural. No Dia Nacional do Café, celebrado em 24 de maio, a bebida ganha destaque mesmo diante de um cenário desafiador: em 2025, o preço da saca de 60 kg do café arábica atingiu R$ 2.769, o maior valor já registrado no Brasil. A elevação de preços é explicada pela quebra da safra global, especialmente no Vietnã, maior exportador mundial, e pelo aumento da demanda internacional. Apesar disso, o consumo interno da bebida no Brasil cresceu 1,1% em 2024, totalizando 21,9 milhões de sacas, conforme levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC). O Sudeste lidera o consumo, com destaque para o Rio de Janeiro, onde a bebida está presente desde o café preto simples servido nas padarias até as versões mais elaboradas nas cafeterias gourmet e nas praias da cidade.

Sigo com aquele especialista à disposição para falar sobre o aumento do preço, motivos da alta e expectativa para o futuro desse queridinho dos brasileiros:

Sobre Fabrício Tonegutti:

Diretor executivo da Mix Fiscal, empresa com 20 anos de experiência em inteligência tributária para o varejo, Fabrício Tonegutti é especializado em direito tributário pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Reconhecido como um dos principais especialistas do setor, Tonegutti já prestou consultoria e serviços para mais de 10 mil supermercados em todo o Brasil, desenvolvendo soluções para otimização de processos e aumento da lucratividade.

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