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Dólar e ouro em queda após feriado nos EUA e incertezas sobre tributação

Dólar - Crédito da foto: Divulgação
Dólar – Crédito da foto: Divulgação

Boletim sobre o câmbio — Elson Gusmão

O dólar à vista encerrou o pregão de ontem cotado a R$ 5,6757, em um dia de baixa liquidez devido ao feriado nos EUA. A cotação foi influenciada pela indefinição sobre a compensação da perda de arrecadação com o fim do IOF sobre investimentos no exterior, mencionada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ainda não há clareza sobre a origem dos recursos, possibilidade de novos tributos ou cortes no Orçamento.

Nos EUA, o presidente Donald Trump adiou para julho a aplicação de tarifas de 50% sobre produtos da União Europeia. O impacto esperado é a desaceleração da produção e pressão inflacionária, em meio a um elevado déficit orçamentário e riscos fiscais crescentes. A liquidez retorna ao normal hoje.

Na agenda econômica: na zona do euro, serão divulgados dados de inflação, confiança dos serviços e do setor industrial de maio. No Brasil, destaque para o IPCA-15 (às 9h). Nos EUA, atenção ao discurso de Kashkari, membro do FOMC, e à confiança do consumidor de maio (às 11h).

Desejo  ótimos  negócios e uma excelente terça-feira!


Boletim sobre o ouro — Mauriciano Cavalcante
Nesta terça-feira, os preços do ouro continuaram em queda no mercado. O principal fator que influenciou essa movimentação foi o anúncio do presidente dos EUA, Donald Trump, de adiar a imposição de tarifas comerciais mais altas sobre a Europa, o que aumentou o apetite por risco entre os investidores.

O metal precioso também foi pressionado por alguns sinais de estabilidade no mercado de títulos, com os rendimentos dos principais títulos americanos, mesmo assim, as perdas do ouro foram limitadas pela fraqueza persistente do dólar.

O ouro à vista caiu 1% para US$ 3.295 a onça-troy, na abertura da bolsa brasileira, abrindo na cotação de R$ 600,00 o grama.

Quer investir em ouro com segurança? Procure um especialista da Ourominas.


Sobre Elson Gusmão

Elson Gusmão é o Diretor de Operações da Ourominas, considerada uma das maiores empresas de ouro e câmbio do país. Formado em Gestão Financeira em 2016, está há mais de 8 anos na Instituição Financeira e DTVM. Faz análises sobre a cotação de câmbio de moedas e realiza comentários sobre as atualizações do mercado.

Sobre Mauriciano Cavalcante

Mauriciano Cavalcante é economista da Ourominas, uma das maiores empresas de compra e venda de ouro no Brasil. Bacharel em Negócios Internacionais e Comércio Exterior, o especialista comenta sobre a cotação do ouro e câmbio de moedas. Mauriciano também aborda sobre tendências do mercado nacional e internacional e sua correlação com o mercado cambial.

Sobre a Ourominas

A Ourominas (OM) possui anos de história e atuação. Ao longo desse período construiu uma sólida reputação, se consolidando como uma bem-sucedida instituição do mercado e referência no Brasil em serviços financeiros.

Atualmente a OM possui um portfólio diversificado de soluções financeiras no mercado de ouro ativo financeiro para exportação, investimento e consumo industrial, da qual é certificada na Americas Gold Manufacturers Association (AMAGOLD). E no mercado de câmbio de moedas estrangeiras para turismo e negócios internacionais, integra a Associação Brasileira de Câmbio (ABRACAM).

Em 2021, a OM foi a primeira Instituição Financeira da América Latina a possuir as certificações ISO 9001, 14001 e 45001, e em 2022, a OM foi a primeira Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários (DTVM) da América Latina a possuir a certificação Great Place to Work (GPTW).

Com uma estrutura completa de consultores especializados, oferece atendimento dedicado a diversos perfis de empresa ou pessoa física, moldando os produtos às necessidades dos clientes com qualidade, agilidade e baixos custos operacionais.

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