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El Niño: o fenômeno que vai redesenhar o agro brasileiro

Junior Rozante Grupo RZ3 - Créditos da foto: Divulgação

Junior Rozante Grupo RZ3 - Créditos da foto: Divulgação

 O Brasil se prepara para enfrentar um dos maiores desafios climáticos e econômicos das últimas décadas

 O El Niño de 2026, já classificado por especialistas como um dos mais intensos da história recente, promete redesenhar o mapa da economia nacional. Mais do que um fenômeno climático, trata-se de um vetor de risco capaz de pressionar inflação, comprometer exportações e exigir respostas rápidas do setor público e privado.

 Segundo dados da NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration – Administração Nacional Oceânica e Atmosférica), OMM (Organização Meteorológica Mundial), INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), a probabilidade de formação do El Niño supera 90% a partir de setembro. Os impactos regionais são claros:
 

 O setor agropecuário será o mais atingido:
 

Historicamente, anos de El Niño registraram inflação alimentar quase duas vezes maior que períodos sem o fenômeno. Em 2026, a alta pode chegar a 15% nos preços de frutas, legumes e hortaliças. Carnes e laticínios também devem encarecer, pressionando o consumo das famílias.

O cenário de inflação elevada e juros pressionados deve estimular a busca por ativos defensivos, como commodities e energia. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por seguros agrícolas e por investimentos em energia renovável.

Os reflexos chegam ao campo fiscal:
 

Nesse momento, consultorias como a RZ3 podem ser decisivas ao apoiar setores vulneráveis com soluções tributárias, financeiras e regulatórias. Entre as estratégias para o Agro estão:
 

“O El Niño de 2026 não é apenas um fenômeno climático: é um divisor de águas para a economia brasileira. Seus impactos exigem políticas públicas robustas, investimentos em infraestrutura e energia, além de estratégias empresariais de adaptação. O Brasil terá de transformar vulnerabilidade em oportunidade para garantir resiliência diante de um dos maiores desafios de sua história recente”, afirma Júnior Rozante, CEO a RZ3.

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