Fundado por Ricardo Nunes, ecossistema investe em inovação, amplia base de empresários e projeta alcançar 800 CNPJs em 12 meses e 200% de crescimento, no mínimo, em comparação a 2025
Fundado em 2021 pelo empresário Ricardo Nunes, conhecido nacionalmente por sua trajetória à frente da Ricardo Eletro, uma das maiores redes varejistas do país, o Grupo R1 vem se consolidando como uma das principais plataformas de educação empresarial na prática do Brasil. Com matriz em Belo Horizonte e filial em São Paulo, o grupo conecta hoje mais de 600 empresas em seu ecossistema, reunindo empresários de diferentes setores em uma rede voltada ao crescimento estruturado, à profissionalização da gestão e à expansão sustentável dos negócios.
A operação conta atualmente com cerca de 150 colaboradores diretos e indiretos, reforçando a robustez da estrutura e a capacidade de atendimento em escala nacional. Além da atuação no desenvolvimento empresarial, o Grupo R1 mantém seu nome associado a iniciativas de relevância nacional, como o Leilão Galácticos em prol da Fundação Fenômeno, no qual foi condecorado como Embaixador, e o Leilão do Instituto Neymar Jr., como Doador Patrocinador, ampliando sua presença institucional e fortalecendo sua conexão com projetos de alto impacto social.
Voltado a empresários, donos, fundadores e sucessores de empresas com mais de dez colaboradores e faturamento mensal acima de R$ 200 mil, o grupo atua por meio de mentorias estratégicas, clubes de negócios, eventos premium, advisory e formações executivas. O diferencial competitivo está na aplicação do método proprietário RGV desenvolvido por Ricardo Nunes a partir de sua vivência à frente da Ricardo Eletro e da consolidação do Grupo R1, unindo prática, estratégia e performance para a geração de resultados reais. O modelo é hoje uma das principais referências do país em educação empresarial baseada na execução, e não apenas na teoria, reunindo inúmeros cases de empresários que cresceram, em média, 150% em relação ao ano anterior. À frente da operação, Ricardo Nunes se destaca por sua visão estratégica e pela capacidade de transformar experiência em método.
“O Método RGV nasceu daquilo que vivi, testei e validei na prática, desde a construção da Ricardo Eletro até a consolidação do Grupo R1. Eu só ensino aquilo que realmente funciona no mundo real”, afirma o fundador.
A partir dessa trajetória, Nunes estruturou o Método RGV como um modelo proprietário de desenvolvimento empresarial, voltado à profissionalização da gestão, ao aumento de rentabilidade e à construção de valor sustentável.
Reconhecido por sua mentalidade analítica e orientada à ação, ele construiu um modelo baseado no desenvolvimento da chamada “mente empresarial poderosa”, capaz de identificar oportunidades, estruturar processos e escalar negócios de forma consistente.
“Mais do que ensinar a crescer, nós ensinamos o empresário a pensar como líder, a enxergar o negócio de forma sistêmica e a tomar decisões com clareza.”, completa.
Em 2025, o Grupo R1 ampliou sua base em mais de 300 novos membros e realizou mais de 200 encontros presenciais e online. O ecossistema reúne empresas de setores como indústria farmacêutica, educação, varejo, vinicultura e serviços, promovendo conexões estratégicas e intensa troca de experiências entre empresários. Os impactos são refletidos no desempenho das empresas participantes, que registraram crescimentos relevantes após integrarem o grupo, com casos de expansão de até 70% em seus respectivos mercados. Atualmente, o R1 investe mais de R$ 100 mil mensais em inovação, tecnologia e desenvolvimento de metodologias.
Além do trabalho contínuo na formação empresarial, o grupo mantém parcerias estratégicas de relevância nacional, ampliando sua presença institucional e reforçando seu posicionamento no ecossistema de negócios.
Para os próximos 12 meses, a projeção é atingir 800 CNPJs, consolidando o Grupo R1 como uma das principais referências em educação empresarial prática no Brasil. “Nosso foco é formar empresários preparados para o longo prazo, com visão, estrutura e mentalidade vencedora.”, conclui Ricardo Nunes.

