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Empreendedorismo acessível abre caminho para sair da CLT com modelos de baixo investimento

Créditos da foto: Divulgação

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Franquias como a Avend apostam em operação simples e varejo automatizado para quem quer empreender com mais segurança

O desejo de ter o próprio negócio se faz presente para grande parte dos brasileiros. Segundo pesquisa do Sebrae, empreender é o sonho de 6 em cada 10 brasileiros, atrás apenas da compra da casa própria e de viagens pelo país. Esse movimento vem ganhando ainda mais força, de acordo com dados da Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2024, que mostram que o Brasil atingiu o maior patamar da taxa de empreendedorismo dos últimos quatro anos, passando de 31,6% para 33,4%, com cerca de 47 milhões de pessoas envolvidas em algum negócio.

O estudo também apontou que 49,8% dos brasileiros são empreendedores potenciais, ou seja, pretendem abrir um negócio nos próximos três anos. Para muitos, no entanto, o sonho de sair do regime CLT esbarra em inseguranças financeiras e no medo de errar. É nesse cenário que as microfranquias – negócios com investimento inicial de até R$ 135 mil – ganham espaço, ao oferecerem modelos estruturados, com menor investimento inicial e operação simplificada.

A principal vantagem está no acesso ao know-how de marcas já consolidadas, com menor necessidade de estrutura física e custos operacionais reduzidos. Outro ponto forte é o crescimento de formatos compactos, híbridos e de gestão remota, que permitem maior escalabilidade e retorno mais rápido.

Varejo automatizado se consolida como alternativa acessível

Um dos segmentos que mais cresce dentro desse movimento é o varejo automatizado, impulsionado pela busca por jornadas de compra rápidas e práticas. Soluções como vending machines inteligentes e operações sem atendentes têm se expandido em condomínios residenciais, empresas, hospitais, universidades e locais de grande circulação.

Dados da Grand View Research indicam que o mercado brasileiro de vending machines movimentou cerca de US$ 553,2 milhões em 2024 e pode alcançar US$ 790,6 milhões até 2033, com crescimento médio anual de 4,1% entre 2025 e 2033. O avanço da tecnologia, dos pagamentos digitais e da operação 24 horas contribui diretamente para esse cenário. Levantamento do Opinion Box mostra que 64% dos consumidores brasileiros já utilizam soluções de autoatendimento no varejo físico, e 85% avaliam a experiência de forma positiva.

Avend aposta em modelo simples para quem quer empreender

Inserida nesse contexto, a Avend, maior empresa nacional especializada na comercialização, manutenção e controle de máquinas de vendas automáticas, tem atraído empreendedores que buscam transição de carreira, renda extra ou o primeiro negócio. A rede opera no formato home based, sem necessidade de loja física ou funcionários, permitindo que o franqueado trabalhe de casa e concilie a operação com outras atividades.

O investimento inicial é a partir de R$ 50 mil, valor que inclui taxa de franquia, sistemas, suporte inicial e a vending machine. Os custos com transporte e estoque inicial ficam entre R$ 4 mil e R$ 5 mil, sendo que cerca de R$ 2 mil em produtos já são suficientes para iniciar a operação.

“O nosso objetivo sempre foi criar um modelo acessível, simples de operar e que faça sentido para quem está começando ou quer mudar de carreira com mais segurança”, afirma Guilherme Álvares, fundador e CEO da Avend.

Segundo Álvares, o negócio apresenta faturamento mensal de R$ 10 mil, lucro médio mensal entre R$ 4 mil e R$ 5 mil e retorno estimado entre 10 a 16 meses. Como não há funcionários, a operação é considerada leve, com capital de giro a partir de R$ 3 mil, royalties de 5%, taxa de publicidade de R$ 100 mensal e manutenção de software de R$ 95.

Tecnologia como aliada da rentabilidade

Todas as máquinas da Avend contam com pagamento digital integrado, aceitando cartões, aproximação, Pix e QR Code. A tecnologia de telemetria registra as vendas em tempo real, envia alertas automáticos de estoque e identifica comportamentos fora do padrão.

O franqueado acompanha toda a operação por um painel de gestão acessível pelo celular ou computador, com dados sobre produtos mais vendidos, horários de pico e projeções de reposição. O mix de produtos segue um padrão validado pela franqueadora, mas pode ser ajustado de acordo com o perfil de consumo de cada local, sem perder eficiência operacional.

Perfil do franqueado e rotina simples

Álvares conta que esse tipo de negócio tem atraído cada vez mais jovens empreendedores; profissionais que buscam renda extra; famílias que desejam investir no primeiro negócio e investidores interessados em diversificar o portfólio com menor risco.

“Procuramos investidores dispostos a crescer junto com a rede. Não é um negócio difícil e, escolhendo bem o ponto, com grande fluxo de pessoas, a rentabilidade tende a ser muito positiva”, explica o CEO

A rotina do franqueado envolve acompanhar as vendas pelo sistema, repor produtos e garantir o bom funcionamento da máquina. “É uma operação que dá para conciliar com outro trabalho ou estudos, mas que exige disciplina para manter o ponto performando bem”, completa.

Seis passos para sair da CLT e começar a empreender

Para quem deseja estruturar a transição do emprego formal para o empreendedorismo, Guilherme Álvares recomenda alguns cuidados:

“À medida que o cenário empresarial brasileiro evolui, modelos como as microfranquias e o varejo automatizado se consolidam como alternativas viáveis para quem busca autonomia, inovação e menor risco financeiro ao dar os primeiros passos fora da CLT”, finaliza o CEO da Avend.

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