
*Por Laura Porto – Administradora, Mentora Organizacional e Escritora
Entre verdades e mentiras, o mundo vai se construindo.
Entre amores e horrores, o mundo vai se esvaindo.
Entre o certo e o errado, ninguém mais sabe o que é o quê.
Entre o colapso e o descaso, os jovens vão se achando e se perdendo.
Entre ricos e pobres, sempre há dúvidas sobre o que é ser rico ou ser pobre.
Entre religiões e espiritualidade, os extremos e a conexão estão sempre presentes.
Entre o açúcar e o sal, a luta constante pela dosagem certa.
Entre a esquerda e a direita, o centro nunca é uma opção razoável.
Entre homens e mulheres, o poder, o sexo e a conquista se acham e se perdem a todo tempo.
Entre o sol e a lua, muitos vão e outros nascem.
Entre uma cidade e outra, a paisagem é o que fica.
Entre a saudade e a lembrança, sempre a melancolia.
Entre o céu e as nuvens, há sempre muita fantasia.
Entre o verão e o inverno, logo vem um novo outono.
Entre um continente e outro, rios e mares separam os ambientes.
Entre a dor e o amor, há sempre pessoas e ações.
Entre a decisão e a coerência, há loucura e esgotamento.
Entre o fato e a reação, surge a construção do tudo e do nada.
Entre o abismo e o chão, um rio de desilusão.
Entre a faca e o queijo, a tábua do enforcamento.
Entre a música e o som, os ares de inquietação.
Entre a folha e a caneta, um mar de opiniões.
Entre um poeta e um leitor, sempre há inúmeras linhas…
cutucando, massageando e floreando o pensar e o agir…
entre um e outro!








