
Fontes: Paula Sauer, professora de economia e finanças pessoais da ESPM e Jorge Ferreira dos Santos, professor do curso de Administração da ESPM
O governo federal anunciou, na última quinta-feira (22), um decreto que altera o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), tributo que incide sobre operações de crédito, câmbio e seguro. A proposta previa aumento das alíquotas com objetivo de arrecadar R$ 61,5 bilhões em dois anos — R$ 20,5 bilhões em 2025 e R$ 41 bilhões em 2026.
As medidas, no entanto, geraram forte repercussão negativa no mercado financeiro. O Ibovespa recuou 0,44%, encerrando o dia com 137.272 pontos, enquanto o dólar registrou alta de 0,32%, fechando cotado a R$ 5,66. Diante da reação do mercado, o governo voltou atrás e revogou parte das mudanças previstas.

Para comentar o contexto da proposta, a reação dos investidores e as possíveis consequências econômicas, os professores estão disponíveis para entrevistas. Eles podem explicar os motivos que levaram o governo a propor o aumento do IOF, bem como os impactos imediatos da medida sobre a confiança do mercado e o comportamento dos investidores. Segundo os especialistas, a unificação da alíquota do IOF em 3,5% para operações relacionadas a compras no exterior deve, na prática, encarecer a aquisição de produtos importados e os gastos internacionais, afetando diretamente o consumo fora do país.
Sobre a ESPM
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