
Palestra de Solaris, referência global em eventos e live marketing, encerra a 1a edição do OASIS com reflexões sobre o comportamento das novas gerações e o desafio de criar eventos com experiências intencionais e conectadas
São Paulo, junho de 2025 – O Oasis Connection 2025 terminou como começou: provocando reflexões e abrindo espaço para conversas reais sobre o futuro dos eventos. Depois de 2 dias de conteúdos que abordaram temas como inovação, sustentabilidade, saúde mental e learnability – a capacidade de aprender continuamente – o último dia teve como destaque a palestra de Julius Solaris, uma das maiores autoridades globais em live marketing.
Longe de um formato tradicional de painel, a conversa seguiu o espírito do Oasis: um espaço fluido, informal e de troca genuína, onde a plateia se conecta com os speakers e não apenas com os conteúdos.
Solaris começou reconhecendo o momento vivido pelo setor: segundo ele, estamos atravessando a “Era de Ouro dos Eventos”. Após o impacto da pandemia – quando a estimativa era de que 93% dos eventos passariam a ser online – o mercado surpreendeu. “Os últimos quatro anos foram os melhores da história recente para o setor, com a retomada dos presenciais e uma valorização ainda maior das experiências ao vivo”, resumiu.
Mas esse crescimento não veio sem desafios. Solaris destacou que um dos maiores obstáculos para quem trabalha com eventos é a volatilidade do setor, que muda a cada novo contexto externo, seja econômico, social ou tecnológico. E para sobreviver e crescer nesse cenário, os profissionais precisam ir além do planejamento tradicional. “Hoje, não planejamos mais eventos. Planejamos momentos”, provocou.
A conversa também trouxe um olhar estratégico sobre o papel dos eventos no marketing e nos negócios. Ele reforçou que os eventos continuam sendo um dos canais mais efetivos para o B2B, criando ambientes ideais para geração de leads, networking e fechamento de negócios. “As pessoas confiam em eventos. O conteúdo é visto como legítimo e confiável”, afirmou.
Eventos proprietários em altaEntre as principais tendências, Solaris chamou a atenção para o crescimento dos eventos proprietários, organizados pelas próprias marcas, e para o fortalecimento de formatos como road shows e ativações imersivas, que reinventam as experiências de palco com mais interação e debates. O conceito de event design também ganha força, com uma preocupação maior em integrar patrocinadores às experiências, criando mapas de jornada personalizados para o público.
Geração Z x eventosFalando de comportamento de consumo, o especialista apontou mudanças importantes: o público, especialmente da Geração Z, não se inscreve com antecedência, age no “modo FOMO” (medo de ficar de fora) e tem forte influência do pensamento YOLO (só se vive uma vez). É uma geração que participa ativamente dos eventos, busca interação, networking e, curiosamente, é uma das que menos consome álcool, o que também muda a dinâmica de muitas ativações. Julius reforçou ainda que hoje não é só o conteúdo que sustenta um evento, mas as conexões criadas nele – as pessoas querem espaço e tempo para interagir.
Outro ponto crítico é a gestão da atenção e da dopamina. Os primeiros minutos de qualquer evento são decisivos para conquistar o público. As pessoas estão cada vez mais seletivas, e a experiência precisa começar com impacto desde o processo de inscrição – quanto mais simples e rápida, melhor. “Pequeno é o novo grande”, afirmou Solaris, sinalizando que formatos enxutos, personalizados e intencionais têm mais força no cenário atual.
Estratégia, IA e ESG devem guiar setorE para entregar tudo isso com qualidade, dados são fundamentais. Solaris foi direto: “Planejar eventos sem dados é planejar festinhas”. Ele ressaltou a importância da mensuração estratégica, da análise de métricas e da escuta ativa dos feedbacks dos participantes, inclusive com apoio da IA para cruzamento de informações e aprimoramento constante. Mas também fez um alerta sobre o uso indiscriminado de IA na comunicação, chamando atenção para o risco de criar eventos que pareçam apenas mais um “news gerado por robô”: “Como vamos proteger a nossa indústria?”, provocou.
O debate também abordou a importância da sustentabilidade nos eventos, reforçando a responsabilidade do setor em buscar soluções cada vez mais conscientes e com menor impacto ambiental.
Por fim, Solaris trouxe um olhar otimista para quem trabalha na área: nos últimos quatro anos, o mercado de eventos recebeu um aumento de 70% no número de novos profissionais. “Isso reforça, apesar dos desafios, o tamanho da transformação – e da oportunidade – que está por vir”, finalizou.
Sobre a Bop Comunicação Integrada– Fundada em 2020, a Bop Comunicação Integrada é especializada em eventos corporativos e liderada por Vanessa Chiarelli Schabbel, que tem mais de 15 anos de experiência em eventos, com soluções abrangentes em Diagnóstico e Planejamento, Employer Branding, Branding, Criação e Design, Marketing Digital e Eventos. Acumula quatro Prêmios Caio, nas Categorias Congressos Nacionais (2022) e Eventos de Incentivo (2023), e já realizou eventos de várias marcas como Cyrela, Elopar, SulAmérica, Bexs, entre outros.
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Sobre a Bop Comunicação Integrada: Fundada em 2020, a Bop Comunicação Integrada é especializada em eventos corporativos e liderada por Vanessa Chiarelli Schabbel, que tem mais de 15 anos de experiência em eventos, com soluções abrangentes em Diagnóstico e Planejamento, Employer Branding, Branding, Criação e Design, Marketing Digital e Eventos. Acumula três Prêmios Caio, nas Categorias Congressos Nacionais (2022) e Eventos de Incentivo (2023), e já realizou eventos de várias marcas como Cyrela, Elopar, SulAmérica, Bexs, entre outros.








