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Faturamento da Páscoa promete ser melhor em 2022, aponta GS Ciência do Consumo

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Com as vendas em alta, 13,6% maior que 2019, os ovos de chocolate já ocupam seu devido espaço nas gôndolas superiores dos supermercados

POR: InPress Porter Novelli

Varejistas devem faturar mais em vendas de chocolate em 2022 por ocasião da Páscoa e devem superar, inclusive, o nível de faturamento em anos pré-pandemia. É o que aponta análise da GS Ciência do Consumo, especializada em inteligência de dados do varejo, que levantou dados de compra de chocolates desde o início do ano até 13 de março, de 35 milhões de compradores únicos em supermercados, hipermercados e cash&carry.

Segundo a empresa, pode-se perceber que em 2022 as vendas acumuladas até a semana passada já foram 13,6% maiores do que as registradas em 2019 nas 4 semanas que antecedem o domingo de Páscoa. Além disso, o estudo também aponta que o número de unidades registrou um aumento de 3,7% nas vendas, e, consequentemente, o preço médio de vendas (9,5%) acabou contribuindo para o aumento das vendas no período.

Para Evandro Alampi, Head de inteligência da GS, a antecipação do início das vendas de ovos de Páscoa frente aos anos anteriores, pode ter incrementado mais cedo as vendas em 2022. “A hipótese mais provável é que o adiamento do Carnaval possa ter acelerado o preparo das lojas para a próxima data sazonal do varejo alimentar, o que já resulta em números importantes para o setor”, destaca.

Outro fator importante para o cenário positivo do faturamento é o retorno da frequência dos consumidores ao comércio físico e a retomada dos encontros sociais e familiares aproveitando o ovo de Páscoa como uma opção de presente temático. É esperado desempenho positivo dos ovos de Páscoa nos próximos 30 dias com maior expressão na semana que antecede a data comemorativa (de 10 a 16/04), o que reflete a importância do item na data.

Contudo, pode-se observar uma clara tendência de alterações no comportamento do consumidor pós-pandemia, e os chocolates passaram a receber atenção especial com aumento do número de preparos caseiros, além do aumento do consumo propriamente dito.

Essa movimentação reflete também nos itens que compõem a cesta de compras da Páscoa, onde a tipicidade da data coloca, obviamente os chocolates e ovos de Páscoa como as maiores participações no faturamento, resultando em carrinhos e tickets maiores, mas abrem caminho para outros itens como os insumos de produção de doces e ovos de Páscoa artesanal, além dos peixes/bacalhau, sendo estes dois últimos, itens importantes do período da quaresma.

Variedade de chocolates para faturar
A análise aponta que as compras de ovos de Páscoa se caracterizaram por compras tipo conveniência (compras menores, vendas mais rápidas), seguida das compras de reposição e emergência (compras menores ou apenas um item), indicando compras de última hora. Já o perfil do consumidor, em sua maioria, são homens com idade entre 30-49 anos.

O estudo teve como foco levantar os principais indicadores de vendas, as tendências para 2022 e o perfil e hábitos de compras do consumidor nessa importante data sazonal para o varejo alimentar. “O varejista que antecipou a apresentação diversificada dos ovos de Páscoa na sua loja e não se esqueceu de contemplar opções mais acessíveis para o bolso do consumidor, como caixas de bombons e barras de chocolates, poderá colher bons resultados este ano”, explica Evandro.

Sobre a GS Ciência do Consumo
Especializada em ciência e comportamento de consumo, a GS atua com CRM, tecnologia e inteligência de dados unindo indústria, varejo e consumidor de forma a aumentar o engajamento do shopper e o faturamento do PDV, seja pelo aumento do ticket médio, pelo crescimento da frequência de compras ou na conquista de novos clientes. Há 15 anos no mercado e com 300 varejistas e indústrias em sua carteira de clientes, a GS conta com uma base de dados com mais de 35 milhões de domicílios únicos, o que representa cerca da metade dos domicílios brasileiros, e já atingiu a marca de mais de R$ 40 bilhões de transações de compras analisadas /ano, e 2.690 PDV’s em todo o Brasil.

 

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