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IA assumirá e apoiará funções críticas na alta gestão

Divulgação Robert Half
Maria Sartori, diretora da Robert Half
Divulgação Robert Half Maria Sartori, diretora da Robert Half

Tecnologias emergentes, como IA, automação e cibersegurança, redefinirão a alta gestão e exigirão novas habilidades estratégicas de líderes C-level

São Paulo, outubro de 2025 — A Robert Half, consultoria global em soluções de talentos, acaba de divulgar uma pesquisa que revela como as tecnologias emergentes irão transformar profundamente a alta gestão até 2035. O levantamento mostra que ferramentas como Inteligência Artificial (IA), automação inteligente, conectividade 6G e novas soluções de cibersegurança não apenas apoiarão, mas irão assumir funções críticas da liderança executiva, alterando o papel dos gestores na tomada de decisão estratégica.

De acordo com o estudo, 84% dos executivos entrevistados apontam a segurança cibernética como o principal vetor de mudança, seguida por Inteligência Artificial Geral (81%), automação robótica de processos (78%) e conectividade 6G (77%). A pesquisa também indica que áreas como gestão financeira, previsões, inovação em produtos e até a definição de estratégias de negócio serão cada vez mais impulsionadas por disrupções tecnológicas.

“Estamos vivendo uma contagem regressiva para uma nova era da gestão corporativa. As funções executivas, antes marcadas pelo julgamento humano e pela experiência acumulada, passarão a contar com sistemas inteligentes que oferecem velocidade, precisão e escala incomparáveis. Isso não diminui o papel da liderança, mas exige aptidão para direcionar estratégias em um ambiente de alta complexidade tecnológica”, orienta Maria Sartori, diretora de mercado da Robert Half.

TOP 10 tecnologias que moldarão a liderança executiva até 2035:

Funções em que a IA terá papel central até 2035

“É um momento de oportunidade para executivos que souberem se antecipar. Apesar dessa disrupção, líderes não serão substituídos, mas terão de desenvolver novas competências, isso é fato. Para liderar essa transformação, investir em requalificação, novas habilidades digitais e visão adaptativa é indispensável”, complementa Sartori.

MetodologiaA pesquisa foi conduzida com 100 executivos brasileiros – incluindo membros de conselhos, alta gerência e média gestão – e 100 investidores de private equity da Europa e dos Estados Unidos, trazendo uma visão integrada sobre os rumos da liderança empresarial nos próximos dez anos.

Sobre a Robert HalfÉ a primeira e maior empresa de soluções em talentos no mundo. Fundada em 1948, a empresa opera no Brasil selecionando profissionais permanentes e para projetos especializados nas áreas de finanças, contabilidade, mercado financeiro, seguros, engenharia, tecnologia, jurídico, recursos humanos, marketing e vendas e cargos de alta gestão. Com presença global e atuação na América do Norte, Europa, Ásia, América do Sul e Oceania, a Robert Half aparece em listas das empresas mais admiradas do mundo. Robert Half é reconhecida, também, por seu compromisso de promover a igualdade e proporcionar uma cultura inclusiva.

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