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Inadimplência em condomínios cresce no País: veja como reduzir esse impacto sem comprometer serviços

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Ricardo Maia_Lumi Comunicação
Concentração de condomínios em áreas urbanas
Ricardo Maia_Lumi Comunicação Concentração de condomínios em áreas urbanas

Alta foi de mais de 200% entre 2020 e 2024; Renegociação de contratos, manutenção preventiva, uso de tecnologias e garantidoras ajudam a equilibrar o caixa e manter a qualidade no condomínio

Alta da folha de pagamento, encargos trabalhistas e custos fixos com prestadores de serviço como portaria, limpeza, manutenção e energia, são os principais fatores que pressionam o valor da taxa condominial no Brasil. A inadimplência agrava o problema: quando muitos deixam de pagar, os adimplentes precisam cobrir o rombo no caixa com taxas extras. O número de protestos por dívidas condominiais mais que triplicou nos últimos quatro anos no Brasil. Segundo o Instituto de Estudos de Protesto de Títulos do Brasil (IEPTB), foram 4.885 registros em 2020, contra 15.320 em 2024, uma alta de mais de 200%. No primeiro trimestre de 2025, já foram contabilizados 6.266 protestos por inadimplência.

Para lidar com um cenário de recursos escassos, síndicos têm adotado medidas estratégicas para cortar gastos sem afetar a qualidade dos serviços. Renegociar contratos com fornecedores e revisar periodicamente o orçamento são práticas cada vez mais comuns. “Investir em manutenção preventiva e adotar tecnologias como portaria remota, sensores inteligentes ou gestão digital também têm mostrado bons resultados na redução de custos”, afirma Mayhara Magley, CEO da Advance Garantidora, a partir de um levantamento entre as dezenas de condomínios que a empresa atende.

A manutenção preventiva evita despesas emergenciais mais caras. Um exemplo prático é a revisão do sistema hidráulico, que pode prevenir vazamentos que exigiriam trocas de tubulações, pintura e até mesmo ressarcimentos. O mesmo vale para elevadores e portões automáticos, cuja manutenção regular reduz panes e chamadas emergenciais.

Além da contenção de gastos, o uso inteligente dos recursos também passa pelo incentivo ao consumo consciente de água e energia por parte dos moradores. “Educar os condôminos financeiramente é uma estratégia importante para evitar inadimplência e promover um ambiente mais sustentável no condomínio”, complementa Mayhara.

Outro recurso adotado por muitos condomínios é a contratação de uma garantidora condominial. A Advance, por exemplo, antecipa 100% da receita mensal, assegurando a previsibilidade de caixa independentemente do nível de inadimplência. “Assumimos toda a cobrança, administrativa e judicial, com abordagem humanizada e flexível, sem expor o síndico”, explica.

A empresa também oferece antecipação de recursos para obras, orientação jurídica gratuita e atuação sem taxas ocultas. “Com a garantidora, o impacto da inadimplência deixa de existir para o condomínio. A cobrança especializada aumenta a chance de recuperação dos valores e preserva o bom relacionamento entre os moradores”, destaca a CEO da Advance.

Para os síndicos que ainda não consideram essa alternativa, a orientação é encarar a garantidora como uma aliada de gestão. “Ela tira o peso da cobrança das costas do síndico, protege o caixa e evita desgastes internos. Com esse apoio, o síndico respira gestão e não preocupação”, destaca Mayhara.

Sobre a Advance
A Advance é uma garantidora financeira voltada para condomínios. Com unidades em Londrina (PR), Cascavel (PR) e Araçatuba (SP), a empresa possui serviços de cobertura de receita mensal, cobranças de taxas atrasadas e Antecipação de valores para taxas extras, obras, reformas em condomínios e assessoria jurídica.

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