
Negócios de impacto como Simbi, Ana Health e H2B estão desenvolvendo, treinando e aplicando inteligência artificial para potencializar soluções de combate às desigualdades e para promover impacto social positivo.
SÃO PAULO | A inteligência artificial começa a ser associada a uma nova ambição: a transformação social positiva. Para isso, ela está sendo treinada para escutar territórios; traduzir e combater vulnerabilidades; e apoiar organizações que promovem o combate às desigualdades. No Brasil, três negócios de impacto – Simbi, Ana Health e H2B – têm demonstrado que, quando ancorada em evidências e responsabilidade ética, a IA pode se tornar uma aliada potente na resolução de problemas socioambientais persistentes. Do redirecionamento de recursos para territórios vulneráveis à personalização do cuidado em saúde e à construção de Teorias de Mudança por organizações de impacto, os exemplos apontam para um uso da tecnologia que não substitui o humano, mas o potencializa.
A Simbi usa inteligência artificial para otimizar o direcionamento de investimento social privado de grandes empresas. A Ana Health combina modelos de IA com ciência de dados e escuta clínica para oferecer cuidado integral e personalizado a milhares de pessoas em redes públicas e privadas de saúde; atualmente aprimora suas soluções em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais. A consultoria H2B atua como uma inteligência aliada ao terceiro setor, treinando algoritmos para traduzir objetivos sociais em dados e insights estratégicos, construindo Teorias de Mudança com custos mais acessíveis e em menor tempo para organizações de pequeno e médio portes.
Os negócios de impacto são empreendimentos que nascem com a intenção clara de enfrentar um problema socioambiental por meio de sua atividade principal. Operam com produtos ou serviços dentro da lógica de mercado, adotam modelos sustentáveis que buscam retorno financeiro e assumem o compromisso de mensurar os impactos positivos que geram. Dados do Mapa de Negócios de Impacto Socioambiental – conduzido, em 2023, pela Pipe.Social e Quintessa a partir da leitura de 1.011 empresas nacionais e mais de 11 mil empreendedores – mostram que entre as tecnologias emergentes mais utilizadas pelo empreendedorismo de impacto brasileiro, a inteligência artificial ocupa a segunda posição do ranking com 22%; a primeira posição é Big Data com 23%.
Segundo Maure Pessanha, presidente do Conselho da Artemisia e uma das principais especialistas brasileiras no ecossistema impacto, é nítido o amadurecimento do setor, nas últimas duas décadas, na qualificação dos empreendedores, na inovação das soluções, nos modelos de negócios, nas parcerias e nas formas de financiamento. “Destaco, ainda, o avanço do uso de tecnologias – como a inteligência artificial – para potencializar o impacto social e ambiental positivo. As experiências nacionais desse uso apontam para uma qualificação que não se rende ao deslumbramento tecnocrático nem ao determinismo algorítmico. Pelo contrário, ressignificam a tecnologia como um instrumento de transformação social. Diante do risco global de as tecnologias reforçarem as desigualdades, os exemplos produzidos pelo empreendedorismo de impacto mostram que é possível programar futuros com mais intencionalidade e inteligência social”, aponta a especialista.
SIMBI | Tecnologia em prol das demandas sociais
Especializada na gestão de investimentos sociais, a Simbi incorporou inteligência artificial a soluções que apoiam todo o ciclo de aportes e ampliam o seu impacto positivo. Um dos destaques é a Visão do Investidor, módulo central da plataforma que organiza e interpreta o histórico dos investimentos sociais realizados por uma empresa. Com o apoio da IA, essa visão deixa de ser apenas um registro e passa a funcionar como um verdadeiro radar estratégico, identificando padrões e apontando caminhos mais eficazes para ampliar impacto, governança e transparência.
Outro exemplo é o Mapa de Demanda Social, que reúne mais de 120 indicadores socioeconômicos em nível municipal, permitindo identificar territórios que apresentam maior urgência e prioridade para receber investimentos. Ao conectar dados do Mapa com análises da Visão do Investidor, a plataforma oferece às empresas uma compreensão ampla que une a fotografia atual das necessidades do país à trajetória e os resultados já alcançados pelos investimentos realizados, inclusive as contribuições aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Essa combinação de perspectivas abre novas possibilidades para empresas brasileiras e estrangeiras que desejam ir além da simples distribuição de recursos. Ao cruzar informações de investimentos já realizados com indicadores de desenvolvimento humano e vulnerabilidade social, torna-se possível priorizar regiões e causas com maior potencial de transformação. Hoje, a Simbi atende Unilever, Meta, ArcelorMittal, IBM, entre outros.
Mathieu Anduze, cofundador da empresa, analisa que o Brasil vive um momento de amadurecimento na forma com que as corporações lidam com o investimento social privado. “Há, por parte das grandes empresas, a percepção de que o investimento social, via leis de incentivo ou recursos próprios, tem um potencial real de contribuir na redução de desigualdades. E, nesse processo, a tecnologia é uma grande aliada por trazer evidências e dados sobre como o capital investido pode ser mais bem empregado em prol do combate às vulnerabilidades sociais”, afirma.
Tadeu Silva, cofundador e CTO da Simbi, reforça que a IA já está mudando a forma como se conduz todo o processo de investimento social no Brasil. “Ao interpretar dados consolidados e confiáveis, conseguimos oferecer recomendações embasadas e reduzir riscos. Isso significa mais governança e eficiência do começo ao fim”, aponta.
A tecnologia tem se mostrado valiosa, também, em momentos decisivos como na avaliação de projetos recebidos em editais. Empresas e fundações que recebem centenas de propostas podem contar com a IA para analisar rapidamente um grande volume de informações, cruzando cada proposta com políticas de investimento, métricas de impacto e indicadores sociais. Essa agilidade não substitui a decisão humana, mas dá aos times uma base muito mais sólida para agir.
Outro recurso é a análise inteligente de portfólios, em que a IA avalia resultados, detecta padrões de crescimento e aponta oportunidades de coinvestimento entre empresas. “Ao identificar, por exemplo, que duas corporações atuam na mesma região e com causas complementares, a tecnologia pode sugerir uma ação conjunta, potencializando o impacto e otimizando recursos”, diz Silva.
Os resultados reforçam o potencial desse modelo: A social tech – que conta com uma plataforma desenvolvida para ser um ecossistema de soluções e hoje possui mais de 40 multinacionais que contratam o serviço – já movimentou R$ 635 milhões em investimento social privado e incentivos fiscais. Para o ecossistema de impacto, isso é prova de que dados e inteligência artificial não são apenas ferramentas de apoio, são motores capazes de redesenhar o presente do investimento social.
Em um país de dimensões continentais e contrastes profundos como o Brasil, compreender onde os desafios são mais urgentes é tão importante quanto conhecer o histórico das ações já realizadas. É nessa interseção entre passado, presente e futuro – e entre dados, estratégia e sensibilidade social – que a IA da Simbi vem mostrando a sua força. Ao ampliar a clareza sobre contextos e resultados, ela oferece aos investidores sociais algo raro: a possibilidade de tomar decisões que unem eficiência, propósito e capacidade real de transformação.
ANA HEALTH | Em parceria com Universidade Federal de Minas Gerais, a startup desenvolve IA voltada à saúde integral
Inovação com base científica, potencializando o impacto social positivo em prol da saúde integral. Com essa premissa, a startup Ana Health – fundada pelo cirurgião cardíaco Olívio Alves de Souza Neto e pelo engenheiro de produção Víctor Cussiol Macul – se uniu a pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) para desenvolver, conjuntamente, soluções tecnológicas de ponta com o uso de inteligência artificial. A tecnologia utilizada envolve o uso de métodos avançados de processamento de linguagem natural (NLP), engenharia de prompt e aprendizado por reforço com feedback humano (Reinforcement Learning from Human Feedback – RLHF), que garante que os modelos sejam continuamente refinados, mantendo altos padrões de ética e precisão.
Por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) – agência pública que é uma das principais instituições de financiamento e fomento à inovação do Brasil –, os empreendedores da startup acessaram um financiamento de R$ 3.801.600,00 que permitiu elaborar etapas críticas do projeto: estruturação de bancos de dados vetoriais, seleção do modelo de linguagem de forma sistemática, desenvolvimento do fluxo de criação e avaliação de prompts, desenvolvimento de modelos avançados para calcular o nível de engajamento dos pacientes e a implementação de melhorias na central de atendimento por meio de um processo de prototipagem e teste. A Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII), por sua vez, teve um papel fundamental para viabilizar o início da parceria com a UFMG, por meio da Unidade EMBRAPII do Departamento de Ciência da Computação (UE DCC/UFMG).
O projeto, coordenado pelos professores Marcos André Gonçalves e Leonardo Chaves Dutra da Rocha, contou com financiamento de R$ 470.896,55 – provenientes da EMBRAPII, do Sebrae e da Ana Health, para a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias de aprendizado de máquina, inteligência artificial e processamento de linguagem natural para apoiar os profissionais da saúde da Ana Health no processo de personalização do cuidado.
A iniciativa tem por objetivo criar agentes de inteligência artificial para apoiar os profissionais de saúde na personalização do cuidado em escala, dentro do contexto da Atenção Primária à Saúde Digital (APS-Digital). Baseando-se em um Modelo de Linguagem Aumentado, esses agentes utilizam dados, como histórico de interações e de saúde, determinantes sociais e informações territoriais. Segundo Macul, por meio de um sistema de injeção de contexto integrado a LLM, é possível gerar prompts contextualizados, capazes de elaborar recomendações usadas pelos profissionais de saúde no contato proativo com as pessoas para o cuidado da saúde integral. “Por exemplo, eles podem identificar indivíduos que precisam de acompanhamento mais próximo, sugerir interações por meio de mensagens de texto, alinhadas a diretrizes de cuidados de acordo com as necessidades individuais do paciente, e monitorar o engajamento com os tratamentos propostos”, afirma Macul.
O impacto esperado, na avaliação dos empreendedores da Ana Health, vai além do atendimento individual. “Este projeto está criando as bases para um sistema de saúde mais eficiente, proativo e equitativo, integrando tecnologia de ponta com um profundo respeito pelo contexto social e cultural do Brasil. Essa parceria é um exemplo claro de como ciência, governo e iniciativa privada podem se unir para transformar a saúde em benefício de toda a sociedade”, apontam os empreendedores.
A visão de transformar o cuidado em saúde, tornando-o acessível, humanizado e personalizado, está profundamente conectada à parceria com a academia e ao apoio de importantes iniciativas governamentais, como os programas da EMBRAPII e da Finep. Essas colaborações refletem a crença da equipe da Ana Health de que a inovação tecnológica só é transformadora quando fundamentada no rigor científico, conduzida com ética e direcionada ao impacto social.
“A parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e o suporte das instituições EMBRAPII e Finep têm sido fundamentais para que possamos desenvolver soluções de ponta em saúde digital. Por meio desses projetos, estamos trabalhando no desenvolvimento de agentes de inteligência artificial que integram dados clínicos, históricos de saúde e determinantes sociais. Esse apoio possibilita que criemos tecnologias avançadas, como modelos de linguagem específicos para a saúde, capazes de oferecer recomendações personalizadas que melhorem significativamente a experiência do paciente. Além de potencializar a nossa capacidade de inovação, garante que o desenvolvimento dessas soluções seja feito dentro dos mais altos padrões de qualidade e segurança. Essas parcerias reforçam nosso compromisso com a democratização da saúde e mostram como o alinhamento entre o setor privado, a academia e o governo pode gerar avanços concretos para toda a sociedade”, aponta Souza Neto.
Os resultados esperados pelos pesquisadores da startup e da UFMG incluem a criação de agentes de IA capazes de atuar como extensões do cuidado humano, gerando interações personalizadas e relevantes para pacientes e profissionais de saúde. Além disso, o projeto busca aumentar significativamente o nível de engajamento dos usuários com suas jornadas de cuidado, utilizando mensagens adaptadas ao contexto social, clínico e cultural de cada indivíduo. “Esperamos otimizar a priorização do cuidado, permitindo que os agentes identifiquem indivíduos com maior risco ou necessidade, melhorando a alocação de tempo e recursos das equipes de saúde. Os impactos previstos vão além da aplicação imediata. O projeto cria uma base sólida para soluções replicáveis em outras regiões do Brasil, especialmente em populações vulneráveis, promovendo equidade no acesso à saúde e eficiência no cuidado. Essa iniciativa demonstra como a colaboração entre academia, governo e setor privado pode transformar o cuidado em saúde, aliando tecnologia de ponta a um propósito social profundo”, pontuam os empreendedores.
H2B | Consultora usa IA para apoiar organizações no desenvolvimento de Teoria de Mudança
Fundada em 2023 por Haroldo Torres, Edgard Barki e Octavio Augusto de Barros, a H2B é voltada ao desenvolvimento de planejamento estratégico de organizações de diferentes portes. Com o uso de inteligência artificial, a empresa atua com uma metodologia proprietária para a construção de Teorias de Mudança que visam auxiliar organizações na compreensão e na mensuração efetiva de seus impactos. Posicionada como uma consultoria que busca alinhar o rigor técnico à sensibilidade social, promove uma visão de gestão de impacto otimizada para organizações que visam produzir mudanças significativas na sociedade.
A H2B atua com a proposta de transferir atividades operacionais da construção da Teoria de Mudança para ferramentas de IA, otimizando tempo e custos de aprendizado – especialmente para organizações que precisam responder rapidamente a demandas de investidores e stakeholders. A partir de um conjunto pequeno de inputs, a inteligência artificial é capaz de organizar os dados, sugerir caminhos e cruzar campos de conhecimento – mas não substitui o olhar crítico e o papel facilitador da consultoria na geração de consensos e no empoderamento dos atores envolvidos.
Segundo Octavio Augusto de Barros, na atuação da consultoria com inteligência artificial, um dos destaques tem sido o apoio a organizações no desenvolvimento de um dashboard de gestão de impacto, com especial foco na construção da Teoria de Mudança – que ajuda a sintetizar os objetivos a serem atingidos pela organização, os caminhos a serem trilhados, e os insumos necessários em uma cadeia lógica de impacto das ações.
“A Teoria de Mudança envolve um processo de reflexão muito grande sobre como a organização acompanha e mensura seu impacto, e como potenciais indicadores são reportados aos stakeholders. Boa parte desse desenvolvimento, contudo, está atrelado ao conhecimento da metodologia em si, o qual leva certo tempo até ser adquirido. Logo percebemos que, com o uso da IA, esse aprendizado pode ser otimizado, tornando o desenvolvimento da Teoria de Mudança mais acessível, especialmente para organizações de pequeno e médio portes”, aponta.
No processo desenvolvido pela H2B com apoio da tecnologia, as próprias organizações conseguem, sozinhas, desenvolver a maior parte do processo de construção da Teoria de Mudança. “O nosso papel, como consultores, é intermediar a criação e facilitar o acesso ao método, algo que a IA permite prontamente. Entendemos que, para o sucesso dessa construção, o foco precisa estar no empoderamento de quem está na linha de frente da organização, que é quem possui o conhecimento necessário para estruturar uma Teoria de Mudança robusta. Esse, aliás, é um fator determinante para o impacto maior esperado”, aponta.
O economista aponta que a IA tem uma vocação clara: criar valor, acelerar tarefas operacionais e abrir espaço para uma atuação humana mais interpretativa e estratégica. “Ela organiza, cruza, propõe. Mas é preciso saber fazer as perguntas certas. E isso ainda é tarefa nossa. Temos aprimorado a engenharia de prompts para potencializar a construção e criação de valor para as organizações. Uma ressalva importante é que para organizações com poucos recursos, o uso da IA para construir Teoria de Mudança é uma solução de acesso com um investimento acessível”, afirma.
Sobre a visão de futuro, o economista aponta que a H2B vai continuar operando soluções potencializadas pela inteligência artificial. “Continuaremos a olhar para nossos produtos, que hoje são caros e complexos de executar, para entender quais pedaços deles conseguimos extrair, simplificar ao máximo e transferir para uma inteligência artificial. A ideia é que a IA consiga entregar resultados com qualidade garantida a partir de poucas variáveis, poucos prompts. Isso permitiria criar soluções mais acessíveis para organizações menores – fundações, institutos, negócios sociais – que talvez não consigam pagar pela versão completa, mas que já dariam um salto gigantesco com a versão mais enxuta. E, claro, manter as versões completas para quem precisa e pode pagar por um serviço mais detalhado”, finaliza.
SIMBI | Fundada por Raphael Mayer, Mathieu Anduze e Tadeu Silva, a Simbi é pioneira no Brasil na gestão do investimento social por meio de verba direta ou incentivada (leis de incentivo fiscal). Com um sistema inteligente de gerenciamento de dados relativos a mais de 290 mil iniciativas sociais, a social tech oferece uma visão completa do ecossistema de projetos culturais, esportivos e de saúde nacionais aprovados em leis de incentivo desde 1992.
Na trajetória, a empresa movimentou mais de R$ 500 milhões em incentivos fiscais; mais de R$ 1 bilhão em iniciativas sociais foi auditado; mais de 1.300 projetos foram beneficiados em todos os Estados do país; e mais de 40 multinacionais utilizam a solução. De forma concreta, a Simbi promove uma maior movimentação financeira para o terceiro setor ao gerir com mais eficiência e inteligência a verba de leis de incentivo de empresas; ao mesmo tempo, otimiza a pesquisa, a avaliação e a gestão do investimento.
A social tech conta com uma plataforma desenvolvida para ser um ecossistema de soluções e hoje possui mais de 40 multinacionais que contratam o seu serviço. Entre o público beneficiado estão organizações sociais, culturais, esportivas, produtores culturais e audiovisuais, hospitais e APAE — que trabalham, sobretudo, com cultura, esporte, direitos das crianças e dos adolescentes, direitos do idoso, tratamento oncológico e atenção à pessoa com deficiência. https://simbi.social/
ANA HEALTH | Fundada em 2021 pelo médico Olívio Alves de Souza Neto e pelo engenheiro Víctor Cussiol Macul, Ana Health é um benefício de saúde integral disponível 24 horas por dia, sete dias por semana, que cuida da saúde física, mental e social das pessoas. A empresa adota um modelo inovador inspirado no sistema público de saúde do Reino Unido, posicionando-se como uma nova categoria de produto na indústria da saúde. Com uma equipe multidisciplinar, oferece fácil acesso ao usuário por meio de uma experiência WhatsApp First, além de possibilitar atendimentos por videochamadas, ligações telefônicas e interações via microaplicativos. O acompanhamento personalizado é conduzido por um sistema proprietário de gestão de relacionamento com o paciente, alinhado aos conceitos de Determinantes Sociais de Saúde e Territorialização, já amplamente utilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil.
O negócio de impacto faz uso de inteligência artificial e automação para aprimorar o cuidado contínuo, transformando conversas com os associados em dados e propondo jornadas personalizadas de saúde. Chatbots, funis de engajamento, mensagens agendadas e atividades garantem interações frequentes no pós-atendimento, enquanto relatórios baseados em métricas de engajamento permitem avaliar o impacto das ações tanto no nível individual quanto na gestão da saúde populacional. Para as empresas, a Ana Health ajuda a reduzir os custos com planos de saúde ao minimizar a sinistralidade, além de contribuir para a diminuição de absenteísmo e afastamentos, aumento da produtividade e fortalecimento da marca empregadora. Para as pessoas físicas, proporciona um cuidado integral acessível, conveniente e personalizado.
Atualmente, a Ana Health conta com uma equipe de profissionais da saúde, incluindo médicos, enfermeiros e terapeutas, oferecendo atendimento ilimitado e uma jornada de cuidado personalizada. O modelo já foi validado por mais de 40 empresas e atende associados em 23 Estados e no Distrito Federal. www.anahealth.com.br
H2B | Fundada em 2023 por Haroldo Torres, Edgard Barki e Octavio Augusto de Barros, a H2B é uma consultoria especializada em planejamento estratégico e gestão de impacto socioambiental. A organização aplica metodologias e ferramentas na fronteira do conhecimento em responsabilidade social corporativa e ESG para apoiar empresas e organizações na formulação de estratégias, definição de modelos de governança e desenvolvimento técnico de avaliações de impacto, abrangendo toda a cadeia de valor, do mapeamento de stakeholders à construção de métricas e análise de dados.
Nos últimos dois anos, a H2B apoiou mais de 20 organizações de diferentes portes e setores, incluindo grandes empresas, institutos, fundações e organizações do terceiro setor, em áreas como educação, geração de renda, compensação de carbono, inclusão produtiva, captação de recursos e aceleração de startups. O projeto mais recente consiste no desenvolvimento de uma plataforma baseada em Inteligência Artificial para a elaboração de Teorias de Mudança. A iniciativa busca oferecer uma versão compacta de seus principais produtos, com o objetivo de ampliar o acesso à solução de maneira ágil e eficaz, especialmente para organizações de menor porte que enfrentam o desafio de reportar suas atividades e seus impactos a stakeholders de maneira estruturada e imediata.
