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Administração

Liderança inspiradora mantém equipes produtivas até o fim do ano com reconhecimento e propósito

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Segundo Carla Martins, vice-presidente do SERAC, líderes que valorizam o esforço e reforçam o propósito coletivo conseguem manter o engajamento mesmo na reta final de 2025

À medida que as empresas se aproximam do encerramento do ano fiscal, a atenção de líderes e gestores se volta para a conclusão de metas e o engajamento das equipes. O desafio é manter a produtividade alta em um período em que a energia tende a cair e a ansiedade pelo recesso cresce. Pesquisas indicam que o reconhecimento e a clareza na comunicação das metas são fatores decisivos para que os times se mantenham motivados até o último dia de trabalho.

Um levantamento da Gallup mostra que colaboradores que se sentem reconhecidos têm 4,6 vezes mais chances de permanecer engajados nas suas funções. Já um estudo da Harvard Business Review aponta que equipes que recebem feedback constante e celebram pequenas conquistas aumentam em 31% o desempenho geral e em 19% a satisfação profissional.

De acordo com Carla Martins, vice-presidente do SERAC, hub de soluções corporativas referência nas áreas contábil, jurídica, educacional e de tecnologia, o papel do líder é decisivo nessa reta final. “Os últimos meses do ano são o momento em que o propósito precisa ser reforçado. Líderes que reconhecem e valorizam o esforço mantêm o time motivado até o último dia do ano”, afirma.

Para a executiva, o reconhecimento não precisa estar restrito a bônus financeiros. “Gestos simples, como compartilhar resultados, agradecer publicamente e celebrar vitórias, têm um impacto enorme no clima organizacional. O colaborador precisa perceber que faz parte de algo maior, e que seu trabalho contribui para o todo”, explica Carla.

Ela destaca que a comunicação clara das metas é um pilar essencial. “Quando as pessoas entendem para onde estão indo e o que é esperado delas, a execução se torna mais fluida. O papel do líder é garantir que ninguém termine o ciclo com dúvidas sobre o propósito ou sobre o valor do próprio trabalho”, complementa.

Além disso, manter o equilíbrio entre cobrança e empatia é um diferencial na liderança de alto desempenho. “O líder precisa saber ajustar o tom: há momentos de acelerar e momentos de apoiar. O fim do ano é um período de fechamento, mas também de reconhecimento. Saber comunicar isso faz toda a diferença para encerrar o ciclo com energia e começar o próximo com confiança”, avalia Carla.

Um estudo da McKinsey & Company reforça essa visão ao apontar que organizações com culturas de reconhecimento têm 55% menos rotatividade e 31% mais produtividade. Esses dados refletem a importância de estratégias de valorização como parte do planejamento corporativo.

Carla Martins lembra ainda que a celebração das conquistas é um ato estratégico, não apenas simbólico. “Celebrar é uma forma de reforçar comportamentos positivos e consolidar a cultura da empresa. Quando o time percebe que seu esforço é reconhecido, ele tende a repetir boas práticas e manter a motivação elevada para os desafios seguintes”, conclui.

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