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Marketplace brasileiro comemora venda de 100% do catálogo de ativos musicais por meio de NFT

2 Mins read
POR: Seven PR
A Brodr, primeiro marketplace do Brasil especializado em comercialização de ativos musicais usando a tecnologia NFT, comemora a venda de 100% das cotas. A empresa disponibilizou em seu primeiro projeto o catálogo dos artistas Guilherme Franco, LOthief e o álbum Digno – Global Worship.

Os fonogramas do álbum gospel comercializados em junho de 2020, rendem hoje 2,41% ao mês em royalties para seus investidores, já as obras musicais de LOthief que tem quase 1 milhão de acessos mensais no Spotify, chegam a média mensal de 1,10%.

O mesmo aconteceu com as músicas do compositor Guilherme Franco, que disponibilizou cerca de 300 obras musicais divididas em cotas e comercializadas no primeiro trimestre de 2021. As canções interpretadas por grandes nomes da música, como Gabriela Rocha, chegam a ter mais de 20 milhões de acessos mensais no Youtube e rendem para quem investiu, 1,27% a.m.

Segundo Ricardo Capucio, CEO da Brodr esses percentuais tendem a aumentar consideravelmente com os meses, já que a música rende royalties sempre que é tocada nas plataformas digitais, gravada ou inserida em algum material comercial. “Com o passar do tempo conseguimos enxergar exatamente o quanto aquele ativo musical vai render lucro para os investidores”.

Os primeiros lançamentos da empresa receberam investidores do mundo inteiro, com perfis diferentes, mas que buscavam por negócios descorrelacionados ao mercado financeiro que rendessem acima da fixa, com baixo risco.

A Brodr surgiu também para democratizar o mercado da música e trazer para o artista, que está impossibilitado de exercer suas atividades por conta da pandemia, a oportunidade de ter fonte de renda fixa, descorrelacionada ao mercado financeiro, além de tornar a compra de direitos autorais algo acessível para qualquer pessoa. “O que a maioria dos artistas não sabem é que 60% da receita da música está nos royalties e não na venda de shows ou apresentações. Para os próximos anos e principalmente para o cenário em que estamos vivendo hoje, a comercialização de ativos musicais é o negócio mais promissor que pode existir, porque ele alcança a classe artística, mas dá oportunidade a fãs, admiradores ou especialistas em fundo de investimentos receberem um valor de ganho fixo, sem risco”, ressaltou Capucio.

De acordo com Khalil Sautchuk, COO e CMO da Brodr os investidores das obras musicais do artista Guilherme Franco vão começar a receber os royalties das músicas ainda esse mês. “Os ativos do Guilherme Franco foram 100% vendidos, nós conseguimos alcançar investidores de diversos perfis que já começam a receber o retorno da compra neste mês”, contou.

Nesse momento a empresa se prepara para lançar NFT musical, de Arte e colecionáveis de um grande artista basileiro, que deixou, sem dúvidas, um legado para a música. Além disso, dois Djs e um cantor de pop são as apostas para os próximos meses.

Sobre a Brodr

Fundada pelos sócios Henrique Mascarenhas, Ricardo Capucio, Khalil Sautchuk, Márcio Buzelin, Max Oliveira, a Brodr é o primeiro marketplace do Brasil dedicado a royalties musicais que utiliza a tecnologia NFT para aumentar o valor dos ativos, beneficiando artistas e investidores. Depois de um ano e meio ajustando a plataforma e todos os contratos com as instituições especializadas do mercado, a startup inicia suas operações em 2021 com alta projeção de crescimento e o lançamento de projetos em parceria com grandes artistas e as principais empresas do setor musical.
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