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Mentor e empreendedor: Leonardo Goulart amplia rede de coworkings no Rio e inspira novos negócios

Modelo atrai empreendedores, reduz custos, fortalece redes de negócios e movimenta setores estratégicos

O Brasil vive uma verdadeira revolução silenciosa nos modelos de trabalho. Com o avanço da tecnologia, a descentralização das empresas e a crescente demanda por soluções flexíveis e inteligentes, os coworkings se consolidaram como peças estratégicas no novo desenho da economia. De acordo com o Censo Coworking Brasil 2024 da Woba, existem 2.986 espaços de coworking no país. Este número representa um crescimento significativo em relação aos anos anteriores, com um aumento de 63% entre 2019 e 2023, de acordo com o mesmo censo. A maioria desses espaços está concentrada nas capitais, com 58,5% delas localizadas nessas regiões.

Mais do que uma tendência, os coworkings passaram a integrar o plano de expansão de empresas, o planejamento de carreira de autônomos e a estratégia de redesenho da infraestrutura urbana. O modelo se sustenta pela economia colaborativa: ao dividir o espaço, os custos operacionais caem drasticamente e os ganhos em produtividade, conexões e oportunidades de negócio aumentam.

Para empreendedores e empresários, os benefícios vão muito além da redução de despesas. “O coworking é um ecossistema que acelera negócios. Em um só lugar, o empresário tem acesso a networking, serviços estratégicos, estrutura de alto padrão e uma atmosfera que inspira inovação e resultado”, explica Leonardo Goulart, presidente da Labuta Cowork, uma das redes que mais crescem no Rio de Janeiro.

Fundada no interior fluminense, a Labuta Cowork iniciou suas atividades com foco na interiorização do empreendedorismo. Hoje, já atua em diversos pontos estratégicos do estado do Rio, com novas unidades em expansão e parcerias que prometem consolidar o modelo híbrido como norma. Segundo Leonardo, o crescimento está diretamente ligado à nova mentalidade do empresariado brasileiro. “Empresas estão repensando o modelo tradicional de escritório. Cowork não é só economia, é estratégia. É estar inserido em um ambiente que pulsa, que respira negócios, que movimenta a economia local”, afirma o gestor.

Com a bagagem de quem construiu uma rede sólida e reconhecida, Leonardo Goulart agora amplia seu papel no ecossistema: mentorando empreendedores que desejam abrir seus próprios coworkings. A mentoria, voltada tanto para quem já possui um espaço quanto para quem deseja ingressar no mercado, orienta desde o planejamento do negócio até a gestão do dia a dia, passando por posicionamento de marca, precificação, captação de clientes e geração de receita recorrente.

“Tem muita gente querendo empreender com propósito e autonomia, mas sem saber por onde começar. Minha missão é encurtar esse caminho. Compartilhar o que deu certo, evitar os erros comuns e mostrar que é possível construir um coworking lucrativo e com impacto real na cidade e no país. Minha missão de vida é democratizar o coworking!”, destaca Leonardo.



A perspectiva do setor é de crescimento contínuo, impulsionada especialmente por startups, profissionais liberais, empresas em expansão e agora também por investidores e novos gestores que veem no modelo uma oportunidade segura de empreender. A transformação de imóveis ociosos em centros compartilhados tem sido uma alternativa rentável e sustentável, com retorno garantido e impacto social.

“Investir em cowork é investir em movimento. Quando um espaço é bem gerido, ele se torna uma engrenagem potente para a economia da cidade. Gera empregos, ativa o comércio ao redor, dá visibilidade a marcas e conecta gente que faz acontecer”, reforça Leonardo, que tem contribuído ativamente para formar uma nova geração de líderes do setor.

Com uma estratégia robusta de expansão, um olhar voltado para inovação e uma atuação ativa como mentor de novos empreendedores, Leonardo Goulart e a Labuta Cowork se posicionam hoje como vitrines do novo Brasil que está nascendo: mais colaborativo, mais inteligente, mais ágil. E com muito mais Labuta.

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