Ícone do site Economia S/A

Mercado acompanha novo estilo de vida e amplia oferta de apartamentos compactos

Créditos da foto: Divulgação

Créditos da foto: Divulgação

Tanto na Capital quanto no interior do Estado de São Paulo, unidades residenciais com metragens menores são tendência e conquistam por preço acessível, funcionalidade, facilidade de mobilidade para os moradores e amplo acesso a serviços e comércio

O preço mais acessível de compra justifica em parte a demanda crescente nos últimos anos por apartamentos compactos. Na avaliação de especialistas de mercado, o sucesso em número de lançamentos e volume de vendas também combina mudanças culturais que revelam uma nova forma de viver nas cidades, especialmente nas capitais. Mas o que define uma tendência em grandes centros, como São Paulo, estende-se agora para o interior do Estado, demonstrando que economia, praticidade e acessibilidade têm peso cada vez mais significativo na aquisição de um imóvel próprio com metragem menor.

De acordo com a recente Pesquisa Secovi-SP do Mercado Imobiliário (PMI), imóveis entre 30m2 e 45m2 respondem por 52% dos lançamentos (6.767 unidades) e 64% das vendas (6.349) na capital paulista.

Para Rodrigo Menderico, vice-presidente comercial da Longitude Incorporadora, a expansão do segmento nos últimos anos tem a localização estratégica como principal ativo. “Esses imóveis espelham uma mudança de valores. Os moradores passaram a ter como prioridade não a metragem dos apartamentos, mas a conveniência de viver em regiões centrais e mesmo em bairros que permitam menos deslocamento no trânsito, proximidade do trabalho, maior segurança e amplo acesso a serviços e comércio”, destaca.

As plantas e a arquitetura dos apartamentos compactos também evoluíram ao longo dos anos para valorizar o conforto. “Hoje, as soluções pensadas para a funcionalidade e a praticidade dessas unidades precisam corresponder às necessidades do morador que quer baixo custo de manutenção, facilidade de limpeza e organização”, afirma Menderico.

O modelo é um grande atrativo para os lares unipessoais que já são 15,6 milhões, o equivalente a 19,7% do total de domicílios brasileiros, segundo o IBGE. Mas além do uso residencial próprio, as unidades compactas sustentam o mercado de locação. Adquiridos por investidores para geração de renda, os imóveis vêm mantendo baixas taxas de vacância ao longo dos anos.

Com 14 anos de atuação no mercado, presente em mais de 20 cidades do interior paulista e também na Capital, a Longitude Incorporadora prevê o lançamento, entre agosto e dezembro de 2026, de seis residenciais em São Paulo que contemplam unidades de metragens otimizadas. No Interior, um empreendimento de apartamentos com pouco mais de 24m2 será lançado em Monte Mor, cidade da Região Metropolitana de Campinas (RMC). Com atuação prioritária no segmento econômico, a empresa comercializou no ano passado 2.020 unidades entre apartamentos e casas e beneficiou 6.030 pessoas.

Em comum, os residenciais a serem lançados pela Longitude em São Paulo têm várias opções de plantas, com metragens que vão de pouco mais de 16m2 a 32m2. As unidades configuram desde studios, um dormitório ou dois dormitórios.

Na Zona Leste, o Longitude Estação Guaianases projeta 504 unidades em torre única e dispõe de academia, salão de festas, brinquedoteca e lavanderia OMO.

Em uma das regiões mais completas da Zona Norte, o Longitude Estação Tucuruvi tem uma localização privilegiada. Perto da estação do metrô, é servido por uma infraestrutura completa de comércio e serviços. Com 23 pavimentos e 508 apartamentos se destaca nas áreas de lazer e convivência por espaço e garden churras, salão de festas, academia, playground, espaço pet e lavanderia OMO.

O Longitude Estação José Bonifácio, futuro lançamento na Zona Leste, tem 890 unidades distribuídas em duas torres, conta com piscina, playground, brinquedoteca, espaço multiuso, espaço festas, coworking, lavanderia OMO, entre outros equipamentos. Na Zona Sul da Capital, serão lançados mais dois empreendimentos. Um novo residencial também está previsto para a Zona Norte.

No interior de São Paulo, a localização do residencial Vértice é um diferencial. Na Avenida Lázaro Maciel do Carmo, em Monte Mor, o empreendimento de três torres, projetado para 797 unidades, faz limite com Hortolândia, município que desponta na RMC pela economia forte e dinâmica, impulsionada pelos setores de serviços, indústria tecnológica e comércio. Três opções de plantas, de 24,71m2 (tipo A), 24,14m2 a 24,56m2 (tipo B), e 24,96m2 (tipo C), contemplam studios com sala de estar integrada a cozinha e dormitório e um banheiro. Nas plantas A e B, algumas unidades têm opção de garden. A área de lazer e convivência é servida por piscina adulto e infantil, espaço e garden churras, espaço e garden festas, campo de futebol, garrafão de esportes, espaço fitness, playground e lavanderia OMO.

“Com ato a partir de R$ 500, é possível reservar o apartamento”, afirma Menderico. Além disso, explica o vice-presidente comercial da Longitude Incorporadora, a entrada é facilitada e pode ser parcelada. O executivo destaca ainda os benefícios do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) para aquisição do imóvel.

Entre os lançamentos da Longitude Incorporadora, o residencial Vértice, segundo Rodrigo Menderico, destaca-se como produto com melhor custo-benefício na região. Com unidades a partir de R$ 167 mil, tem como foco atender à faixa 1 (com renda familiar até R$ 3.200) e faixa 2 (até R$ 5 mil) do MCMV.

Levantamento realizado pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) indica desempenho favorável nas faixas 1 e 2 do MCMV nos seis primeiros seis meses do ano. Na faixa 1, que recebe subsídios elevados e conta com as menores taxas de juros para financiamento, a concessão de crédito habitacional passou de R$ 13,8 bilhões para R$ 16 bilhões, um crescimento de 16% nos primeiros seis meses deste ano. Na faixa 2, o montante atingiu R$ 14,6 bilhões.

Sair da versão mobile