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Mercado pet tech no Brasil: vem aí uma briga de cachorro grande

*Por Alaíde Barbosa, CEO da Capri Venture Builder 

O Instituto Pet Brasil (IPB) estima que em 2021 o faturamento do mercado pet tenha tido uma alta de 27%, atingindo a marca dos R$ 51,7 bilhões. É válido ressaltar que esse é um segmento amplo, que vai além dos animais domésticos como cães e gatos. Ainda assim, trata-se de um setor promissor que deve seguir em alta e tem muito a se desenvolver.

Percebemos que uma das modalidades de assinaturas que cresceu no país, além de livros e bebidas, é o setor de pets. Receber os itens necessários para seu melhor amigo em casa é uma comodidade que está aliada à tecnologia, embora ainda incipiente em serviços digitais – muitas “dores” desse mercado pet tech ainda precisam ser sanadas.

Pensando nas tendências para o segmento, há ainda muito o que percorrer acerca do desenvolvimento de tecnologias que melhorem a saúde dos animais de estimação; da criação de comunidades colaborativas entre tutores com apoio das redes sociais e de novos apps; e do fornecimento de serviços e desenvolvimento de facilidades para os criadores e tutores dos animais.

Pensando em quem pretende se estabelecer no segmento pet tech, arrisco a dar três dicas:

Sobre a Capri Venture

A Capri Venture Builder é uma corporate venture builder, que nasceu com o propósito de transformar o ecossistema pet. Tem como idealizadores a conceituada empresa Anilhas Capri, líder na identificação de animais silvestres, que firmou parceria com a FCJ Venture Builder, multinacional pioneira e líder no segmento de venture builder na América Latina. Como a primeira Pet Corporate Venture Brasil, atua em todo segmento com alta expertise em pássaros e genética de animais.

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