
Soluções de infraestrutura proativa evitam falhas, aumentam a eficiência e fortalecem a confiança na saúde digital.
A tecnologia está cada vez mais presente em hospitais, desde os prontuários eletrônicos do paciente (PEP) até as consultas online por telemedicina. Nesse contexto, a continuidade operacional dos sistemas hospitalares depende de infraestruturas de TI confiáveis e proativas. O NOC Resolutivo (Centro de Operações e Monitoramento) atua para esse fim, prevenindo falhas e garantindo que sistemas críticos permaneçam ativos, mesmo diante de eventuais problemas de operação.
Segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o setor de planos de saúde no Brasil registrou 52,2 milhões de beneficiários em 2024, um crescimento que reflete o aumento da demanda por serviços digitais e da complexidade das operações hospitalares.
Com o avanço da digitalização, cresce também a necessidade de infraestruturas com monitoramento ativo e resolução proativa de incidentes. Esse tipo de atuação reduz o tempo de inatividade de sistemas críticos, fortalece a segurança do paciente e aumenta a eficiência operacional. Segundo levantamento da Apura Cyber Intelligence, o Brasil está entre os países mais vulneráveis a ataques cibernéticos na área da saúde, concentrando 12% dos incidentes globais do setor apenas no primeiro semestre de 2023.
Como mecanismo de prevenção, contar com o NOC Resolutivo e sua atuação preventiva tem sido um método utilizado pelas organizações de saúde. A adoção desse conceito na TI significa que os sistemas de prontuário eletrônico, equipamentos de monitoramento e serviços digitais, por exemplo, continuarão a funcionar mesmo diante de falhas potenciais.
Para Saulo Lima, diretor da Flowti, empresa do Ecossistema MV com expertise em infraestrutura de TI para negócios de missão crítica, a atuação preventiva é essencial: “Na saúde, a indisponibilidade dos sistemas de gestão e prontuário eletrônico pode resultar não apenas em perdas financeiras, mas principalmente em riscos assistenciais, atrasos em cirurgias, dentre outros impactos direto que prejudicam o cuidado ao paciente. Contar com o suporte de uma central de inteligência significa antecipação de falhas, máxima performance e segurança para toda a operação da TI hospitalar”, explica.
Investir em soluções de monitoramento proativo é, portanto, uma estratégia de gestão de risco essencial. Ao liberar as equipes internas de TI das tarefas reativas e repetitivas, os hospitais ganham tempo e recursos para investir em inovação, eficiência e segurança assistencial.
Sobre a Flowti
Há mais de 25 anos no mercado, a Flowti tem expertise em infraestrutura de TI para negócios de missão crítica. Suas soluções e serviços contribuem para a continuidade e sustentação dos negócios com performance, proatividade, segurança e alta disponibilidade de infraestrutura de TI, tornando-os imparáveis. A companhia faz parte do Ecossistema MV de transformação digital e está presente no Brasil, México, Panamá, Equador e Guatemala com um portfólio 360º que atende todas as necessidades do setor. Para saber mais, acesse www.flowti.com.br.








