Após consolidar presença em cidades de médio e pequeno porte, rede de franquias de óticas pretende ampliar atuação nos grandes centros e passar de 61 para 196 unidades nas capitais
Durante anos, o crescimento do Instituto Visão Solidária (IVS) esteve diretamente ligado ao avanço em cidades do interior. A estratégia permitiu à rede consolidar sua presença em regiões com menor oferta de serviços ópticos e construir uma operação nacional baseada na proximidade com o consumidor. Agora, a empresa inicia um novo movimento de expansão. Depois de fortalecer sua atuação fora dos grandes centros, o IVS passa a concentrar parte dos investimentos nas capitais brasileiras e projeta um crescimento de 220% em 2026.
A mudança representa uma espécie de “interiorização reversa”. Em vez de partir das capitais para alcançar municípios menores, caminho tradicional adotado por grande parte das redes varejistas, o Instituto Visão Solidária faz o percurso oposto. A empresa nasceu em Cuiabá (MT), expandiu sua operação pelo interior do país e agora mira as principais metrópoles brasileiras para ampliar sua presença nacional.
Atualmente, o IVS conta com mais de 370 unidades, sendo 61 lojas em capitais. O plano de expansão prevê a abertura de mais 135 lojas nos próximos meses, passando para 196 franquias em capitais brasileiras, além de faturar R$ 240MM neste ano. As cidades priorizadas são: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza, Curitiba, Florianópolis, Salvador e Goiânia.
Segundo o fundador e CEO do Instituto Visão Solidária, Tony Cozendey, o fortalecimento da marca no interior criou as condições necessárias para um novo ciclo de crescimento. “O interior foi responsável por consolidar nosso modelo de negócio. Construímos uma rede sólida, entendemos diferentes mercados e mostramos que é possível oferecer acesso à saúde visual com qualidade em cidades de todos os portes. Agora chegou o momento de levar essa experiência para todas as capitais do país, onde enxergamos um enorme potencial de expansão e uma demanda crescente por um atendimento mais próximo e acessível”, afirma.
A expectativa da companhia é ampliar significativamente sua participação nos grandes centros urbanos sem abandonar a estratégia que marcou sua trajetória. As cidades do interior continuarão recebendo investimentos, mas as capitais passam a exercer papel estratégico no plano de crescimento da rede.
Para Tony Cozendey, outro diferencial da estratégia está no perfil das franquias. “As capitais oferecem um ambiente competitivo, mas também proporcionam grande visibilidade para a marca. Nosso modelo foi testado em mercados extremamente diversos ao longo dos últimos anos e chega preparado para disputar espaço nos maiores centros consumidores do país. Não buscamos apenas abrir lojas, mas construir operações sustentáveis e de longo prazo”, destaca.
A expectativa é que o avanço nas capitais contribua para aumentar o faturamento da rede, fortalecer a marca nacionalmente e ampliar a capilaridade do negócio, mantendo como princípio a democratização do acesso à saúde visual.

