Levantamento da Comparar Seguro Viagem, plataforma comparadora de planos e coberturas, mostra que mulheres são maioria nos pedidos de seguro em quase todas as faixas etárias, com destaque entre 25 e 54 anos
Viajar sozinha deixou de ser uma escolha restrita a poucos perfis e vem se consolidando entre as brasileiras. Dados internos da Comparar Seguro Viagem revelam que as mulheres lideram o número de pedidos de seguro viagem na maioria das faixas etárias, principalmente entre 25 e 54 anos justamente um dos grupos mais associados ao avanço das viagens solo femininas. O movimento combina maior autonomia, independência financeira e busca por experiências individuais com uma preocupação crescente com segurança e planejamento.
Viajar sozinha significa escolher o destino, definir o roteiro, estabelecer o ritmo da viagem e tomar as próprias decisões mas também assumir individualmente a responsabilidade diante de eventuais imprevistos. Esse comportamento vem ganhando força entre mulheres em diferentes partes do mundo e começa a aparecer com mais clareza também nos hábitos de consumo das viajantes brasileiras.
De acordo com o Solo Travel Trends Report, do Explore Worldwide, a procura por viagens solo tem crescido globalmente, impulsionada por mudanças no comportamento dos consumidores, pela busca por autonomia e por uma percepção maior de segurança para realizar viagens individuais.
No Brasil, os dados internos da Comparar Seguro Viagem acompanham essa transformação. A plataforma analisou pedidos de seguro realizados por compradores identificados, cruzando informações de sexo e faixa etária com o volume de solicitações. O levantamento considera exclusivamente os dados registrados na própria plataforma, não representando o universo total de viajantes ou de contratações feitas por outros canais.
Mulheres são maioria na maior parte das faixas etárias
O levantamento mostra predominância feminina nos pedidos de seguro viagem em quase todas as faixas etárias. A diferença é mais evidente entre 25 e 54 anos, período que também concentra uma parcela expressiva das solicitações registradas.
As faixas de 25 a 34 anos e de 35 a 44 anos, juntas, representam mais de 40% do total de pedidos analisados e formam os grupos com maior participação no levantamento. A faixa de 45 a 54 anos também apresenta volume relevante.
Entre viajantes com 55 anos ou mais, o comportamento continua significativo. Os grupos de 55 a 64 anos e de 65 anos ou mais somam parcela importante dos pedidos, enquanto a faixa de 65 anos ou mais apresenta o maior ticket médio entre os grupos analisados, sinalizando viagens de maior valor agregado entre viajantes mais experientes.
Já o grupo de até 24 anos representa a menor parcela entre as faixas identificadas, embora também apresente participação feminina relevante.
Para Liza Nicário, diretora de Operações da Comparar Seguro Viagem, o resultado acompanha uma mudança que a empresa vem observando no comportamento das clientes. “Quando a mulher decide viajar sozinha, ela está assumindo, de forma direta, toda a responsabilidade pela própria segurança durante o trajeto. Por isso, ter um seguro viagem com coberturas adequadas ao perfil da viagem, seja ela de lazer, trabalho ou autoconhecimento, se torna um fator ainda mais importante no planejamento”, afirma.
Mais autonomia, mais planejamento
O crescimento das viagens solo femininas está relacionado a diferentes fatores. Comunidades de viajantes, conteúdos especializados e redes de apoio ajudaram a tornar mais acessíveis informações sobre destinos, hospedagem, deslocamento e segurança.
“Temos percebido um aumento constante de mulheres buscando informações e contratando seguros para viagens individuais, sejam elas de curta ou longa duração. Isso mostra que a autonomia feminina nas viagens deixou de ser exceção e passou a fazer parte da rotina de muitas brasileiras”, complementa Liza.
Seguro acompanha nova realidade das viajantes
Para quem viaja sozinha, o seguro viagem pode funcionar como uma rede de suporte diante de situações que vão desde problemas de saúde até extravio de bagagem e outros imprevistos durante o deslocamento.
A escolha da proteção, entretanto, deve considerar as características de cada viagem, como destino, duração, atividades previstas e necessidades específicas da viajante.
“À medida que mais brasileiras assumem o protagonismo de seus roteiros, viajar sozinha passa a ser menos uma exceção e mais uma possibilidade incorporada ao planejamento. E, nesse processo, segurança e autonomia caminham cada vez mais lado a lado”, finaliza Liza Nicário.

