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O que são as stablecoins e como elas estão transformando as transferências e pagamentos internacionais

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Andre Galhardo-Créditos da foto: Divulgação
Andre Galhardo-Créditos da foto: Divulgação

Enquanto o mundo avança em moedas digitais oficiais, as stablecoins ganham força como ferramenta prática para reduzir custos e tempo em operações de câmbio e transferências internacionais

São Paulo, outubro de 2025 – As stablecoins, conhecidas como “moedas estáveis”, vêm ganhando destaque nas conversas sobre o futuro do dinheiro. Criadas para valer o mesmo que uma moeda tradicional (por exemplo, um dólar digital sempre equivalente a um dólar real), elas prometem unir o melhor da tecnologia com a segurança da economia tradicional.

Essas moedas digitais são emitidas por empresas privadas, mas têm lastro em reservas reais, como caixa e títulos públicos de curto prazo. Isso permite que mantenham valor estável, diferentemente de outras criptomoedas mais voláteis.

Com base na tecnologia blockchain, as stablecoins possibilitam transferências internacionais quase instantâneas, que funcionam 24 horas por dia e com taxas menores do que as operações tradicionais.

O economista e consultor da Remessa Online, André Galhardo, explica que “o uso dessas moedas vem crescendo especialmente em transferências internacionais e pagamentos entre empresas, em que a velocidade e o custo são determinantes. Para consumidores e profissionais que recebem em outras moedas, o modelo pode representar um avanço importante, desde  que seja feito por meio de plataformas reguladas e seguras”,

Segundo o especialista, ainda é preciso cuidado e informação. “Quando a empresa emissora não mantém a transparência sobre as reservas, a stablecoin pode “perder o lastro”, fenômeno conhecido como depeg.

Além disso, os canais que permitem converter reais em moedas digitais e vice-versa (on/off-ramps) devem seguir regras de prevenção à lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo (PLD/FT)”, completou. Enquanto isso, bancos centrais de todo o mundo também avançam em suas versões oficiais de moedas digitais, conhecidas como CBDCs (Central Bank Digital Currencies).
Mais de 130 países estudam ou testam suas próprias versões, incluindo o Drex, iniciativa do Banco Central do Brasil. A tendência é de convivência entre tecnologias — com stablecoins atuando em fluxos internacionais e as moedas digitais oficiais voltadas ao uso doméstico.

Em um cenário cada vez mais conectado, as stablecoins representam um passo importante na democratização do acesso financeiro global — mas exigem informação, regulação e consciência sobre riscos e benefícios.

O que você precisa saber sobre stablecoins:

Significado: moedas digitais estáveis, lastreadas em reservas reais (como dólares, euros ou títulos públicos);

Tecnologia: funcionam em blockchain, permitindo liquidação quase instantânea de transações;

Principais usos: envio e recebimento de moedas internacionais, câmbio e pagamentos entre empresas;

Desafios: regulação, segurança dos emissores e riscos de perda de paridade (depeg);

Tendência: convivência com moedas digitais oficiais, como o Drex no Brasil.

Sobre a Remessa Online

A Remessa Online é uma empresa brasileira especializada em soluções financeiras internacionais. Fundada em 2016 e parte do grupo EBANX desde 2021, oferece serviços de transferências internacionais e integração de soluções via API para pessoas físicas, outras empresas e parceiros. Com presença nacional e alcance global, a Remessa Online já conectou milhões de brasileiros a mais de 100 países, combinando tecnologia, segurança e taxas acessíveis para simplificar o acesso a oportunidades no exterior.

Saiba mais em: www.remessaonline.com.br

Siga a Remessa Online no LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/remessaonline/

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