- Dados da Caju mostram crescimento de 106% na contratação de soluções de saúde e bem-estar ao longo de 2025 entre as empresas
- Psicologia representa 63% das consultas realizadas na plataforma, indicando avanço da demanda por suporte emocional
- Modelo de multibenefícios já é adotado por 28,6% das empresas
A entrada em vigor da nova NR-1 nesta terça-feira, 26, que passa a exigir das empresas o gerenciamento formal de riscos psicossociais no ambiente de trabalho, acontece em um momento em que companhias brasileiras ampliam investimentos em benefícios flexíveis, saúde emocional e políticas de bem-estar.
Dados da solução de saúde e bem-estar da Caju, um ecossistema integrado de telemedicina, apoio psicológico e nutricional, com acesso a academias e apps de bem-estar físico e mental, mostram que houve um crescimento de 106% no número de empresas que adicionaram saúde e bem-estar ao seu portfólio de benefícios para o trabalhador, um aumento de 89% no número de vidas cobertas ao longo de 2025. Das consultas realizadas por meio da plataforma, 63% foram de psicologia, reforçando que a principal demanda dentro do ambiente corporativo é por suporte à saúde emocional.
O levantamento da Caju, empresa de tecnologia para benefícios, despesas e gestão de pessoas, foi feito a partir dos dados de 65 mil empresas clientes, que avançaram de forma consistente em iniciativas em prol dos trabalhadores ao longo de 2025.
Na frente de benefícios, como auxílio e seguro saúde, a categoria registrou mais de 445 mil transações, com 93,5% do uso concentrado em farmácias e drogarias, indicando comportamento recorrente de cuidado contínuo e acesso frequente a itens ligados à saúde e bem-estar.
O movimento também aparece na estruturação de políticas mais flexíveis dentro das empresas. Segundo levantamento da pesquisa Panorama do RH, feita pela Caju, empresa de tecnologia para benefícios, despesas e gestão de pessoas, 28,6% das empresas já utilizam categorias multibenefícios, permitindo que colaboradores direcionem recursos conforme suas próprias prioridades.
A vertente de home office também se consolida como política estruturada: em 2025, o número de empresas que passaram a oferecer o benefício pela primeira vez superou o número das que já o utilizavam e continuaram, sinalizando que a adoção segue crescendo mesmo em um momento de maior retorno ao presencial em parte do mercado.
“A entrada em vigor da NR-1 formaliza uma discussão que já vinha acontecendo dentro das empresas sobre bem-estar, fortalecendo temas como: experiência do colaborador, flexibilidade e ambiente de trabalho. Os dados mostram que as companhias vêm estruturando políticas mais adaptáveis e personalizadas, acompanhando mudanças na dinâmica do trabalho e nas expectativas dos profissionais”, afirma Lucas Fernandes, CHRO da Caju.

