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Empreender

Por que ainda vale a pena empreender nos Estados Unidos em 2025

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Talita Bendilatti, especialista em negócios internacionais-Créditos da foto: Divulgação
Talita Bendilatti, especialista em negócios internacionais-Créditos da foto: Divulgação

Mesmo diante de desafios recentes, a economia americana mostra força e atrai brasileiros que buscam expandir seus negócios, afirma Talita Bendilatti, especialista em negócios internacionais

Os desafios que os Estados Unidos enfrentaram nos últimos anos — disputas políticas, inflação global e mudanças regulatórias — são evidentes. Ainda assim, ao analisarmos a economia americana, fica claro que o país segue sendo uma potência sólida, inovadora e aberta aos negócios. De acordo com Relatório do 1º Quadrimestre de 2025 do Mapa das Empresas, foram mais de 1,8 milhão empresas abertas no país entre janeiro e abril de 2025, o que representa um aumento de 24,4% em relação ao mesmo período de 2024. Esse número demonstra que o setor está em um boom expansivo, com mais empresas se interessando em atravessar as fronteiras nacionais.

Empreender nos EUA, especialmente para o brasileiro que busca estabilidade, escala e oportunidades reais de crescimento, continua sendo uma das decisões mais acertadas. Não à toa, os EUA têm um PIB nominal de US$ 30,51 trilhões em 2025 e mantêm a posição de maior economia do mundo, superando a China (US$ 19,23 trilhões) e a União Europeia (US$ 19,99 trilhões). O crescimento do PIB foi de 2,8% em 2024, indicando uma recuperação econômica consistente após os desafios recentes.

“O crescimento expressivo na abertura de empresas reflete um cenário de maior confiança do empreendedor brasileiro e uma busca por novos mercados. Com o avanço da digitalização e acordos comerciais mais acessíveis, cada vez mais negócios estão se estruturando desde o início com foco na internacionalização”, analisa Talita Bendilatti, especialista em negócios internacionais.

A especialista comenta 5 estratégias para levar sua empresa para fora do Brasil e expandir seu negócio além das fronteiras locais.

  • Análise do mercado

“O primeiro passo é estudar a indústria que quer investir, identificar as demandas e necessidades, coletar informações dos dois lados: empresa e cliente. Com um olhar analítico, acompanhar a rotina do setor, com isso, será possível ter um relatório de falhas, além de estar embasado sobre concorrentes, o que deixa seu negócio um passo à frente”, ressalta Talita.

  • Diferenças culturais e marketing apropriado

“A cultura pode ser um obstáculo se não tiver alguma ambientação. Já que vai oferecer produto ou serviço para aquele país, é preciso estar na mesma página que os nativos, saber como se comunicar para atingir o público. E isso se aplica nas tomadas de decisões estratégicas do marketing da empresa”, pondera a especialista.

  • Networking

“Rede de conexão bem estruturadas é um dos pilares em todo negócio, seja no Brasil ou em qualquer parte do mundo. Contando com um networking consolidado no país que vai atuar, auxiliar no apoio empresarial, além de ajudar no entendimento da cultura local”, diz Bendilatti.

  • Estude as normas legais e fiscais

“Não tem como se inserir no mundo corporativo sem o mínimo de conhecimento legal, em um país diferente do nativo. Se tiver dificuldade, contrate uma empresa que te dê esse suporte. É preciso entender as leis fiscais e legais, estar por dentro dos órgãos reguladores e caminhar junto a todos os critérios e resoluções para a atuação internacional”, explica.

  • Monitoramento e análises

“Medir resultados e identificar pontos de melhoria são etapas fundamentais para o sucesso de qualquer empresa internacionalizada. Ao utilizar ferramentas tecnológicas de análise de desempenho, é possível compreender com mais precisão o que está funcionando e o que precisa ser ajustado. Esse acompanhamento permite alinhar a comunicação da marca ao perfil do público local, adaptar estratégias e manter a empresa competitiva. Feedbacks estruturados, pensamento crítico, capacidade de reinvenção e foco constante em inovação formam a base de um negócio preparado para crescer fora do Brasil’, finaliza Talita Bendilatti.

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