Rodrigo Cantarella Teixeira e Luiz Felipe lideraram a produção da 17ª edição do campeonato, que contou com 123 equipes, 639 lutas e público estimado em 2.500 pessoas
A realização de um grande campeonato esportivo começa muito antes da primeira disputa. Planejamento, logística, segurança, tecnologia, estrutura médica e coordenação de equipes fazem parte de uma operação que, muitas vezes, acontece longe dos olhos do público.
Foi esse o cenário da 17ª edição do Premium Cup BJJ, realizada em 30 de agosto de 2026, na Arena Concórdia, em Campinas.
À frente da produção estiveram Rodrigo Cantarella Teixeira, CEO da SouCompetidor, e Luiz Felipe, CEO da TOT Esportes e multicampeão de Judô e Jiu-Jitsu, ao lado de uma equipe formada por mais de 100 profissionais.
O campeonato reuniu 850 atletas, 123 equipes de 45 cidades, 639 lutas e aproximadamente 2.500 pessoas, entre competidores, professores, familiares, equipes técnicas e visitantes.
Quatro meses de preparação
Para receber centenas de atletas e milhares de pessoas, a organização começou a trabalhar cerca de quatro meses antes da realização do campeonato.
Durante esse período, foram definidas questões relacionadas à logística, contratação e coordenação de profissionais, segurança, atendimento médico, arbitragem, tecnologia, limpeza, alimentação e organização dos diferentes espaços da arena.
A proposta era oferecer uma estrutura capaz de atender tanto às necessidades dos atletas quanto do público que acompanharia a competição.
“Quando o público chega ao evento, ele vê o resultado final. Mas, por trás daquele dia de competição, existem meses de planejamento, decisões e uma equipe inteira trabalhando para que cada detalhe funcione”, destacam os produtores.
Mais de 100 profissionais nos bastidores
A operação do Premium Cup BJJ mobilizou mais de 100 staffs e profissionais, distribuídos em diferentes funções ao longo do campeonato.
As equipes atuaram na orientação dos atletas, organização das disputas, controle de fluxo, atendimento ao público, segurança, limpeza e suporte operacional.
A estrutura foi necessária para que as 639 lutas programadas pudessem acontecer durante o dia de competição.
Além dos profissionais envolvidos diretamente na produção, o evento contou com árbitros especializados, equipes médicas, segurança e prestadores de serviços responsáveis pela operação da arena.
Campeonato reuniu atletas de 45 cidades
Os números ajudam a dimensionar o alcance da competição.
Dos 850 atletas participantes, 217 eram mulheres e 633 homens. Ao todo, 123 equipes diferentes estiveram representadas, vindas de 45 cidades.
Outro destaque foi a presença das categorias de base.
Aproximadamente 55% dos competidores tinham entre 5 e 15 anos, enquanto 45% tinham 16 anos ou mais.
A participação expressiva de crianças e adolescentes exigiu atenção especial da organização, principalmente em áreas como segurança, assistência médica, definição das categorias e suporte aos familiares.
Segurança e atendimento médico
A estrutura médica esteve entre as prioridades definidas durante o planejamento.
O evento contou com equipe médica especializada, duas UTIs móveis e uma ambulância, disponibilizadas para eventuais ocorrências durante as disputas.
Também participaram da operação equipes profissionais de segurança e limpeza.
A estrutura ganhou ainda mais importância diante do número de competidores, do público presente e da forte participação de atletas das categorias infantis e juvenis.
Tecnologia ajudou a organizar 639 lutas
Administrar informações de 850 atletas e organizar centenas de confrontos em um único evento também exigiu suporte tecnológico.
A competição utilizou o sistema digital de gestão de lutas da SouCompetidor, plataforma voltada à gestão de inscrições e eventos esportivos.
O sistema foi utilizado no gerenciamento das informações dos participantes e na organização das disputas ao longo do campeonato.
A experiência de Rodrigo Cantarella Teixeira à frente da SouCompetidor aproximou a área de tecnologia do planejamento operacional do evento.
Luiz Felipe, por sua vez, levou à produção a experiência adquirida ao longo de sua trajetória no Judô e no Jiu-Jitsu competitivo.
Estrutura também foi pensada para o público
Além dos espaços destinados às disputas, a organização preparou áreas para receber familiares, professores e visitantes.
A Arena Concórdia contou com praça de alimentação e food trucks, oferecendo opções ao público durante o período de realização do campeonato.
Ao longo do dia, aproximadamente 2.500 pessoas circularam pelo local.
Bastidores fazem parte do espetáculo
Enquanto atletas, lutas e medalhas ocupam o centro das atenções durante uma competição, a produção trabalha para que toda a estrutura funcione simultaneamente.
No Premium Cup BJJ, o trabalho envolveu meses de preparação e uma operação formada por profissionais de diferentes áreas.
Para Rodrigo Cantarella Teixeira e Luiz Felipe, o resultado do campeonato esteve diretamente relacionado à atuação coletiva de todos os envolvidos.
“Nosso agradecimento é para todos que acreditaram, trabalharam e participaram. Um evento desse tamanho só acontece quando existe união entre produção, equipes, atletas, profissionais e público. Cada um fez parte dessa história”, afirmam.
Os produtores destacaram ainda o trabalho dos staffs, equipes médicas, árbitros, profissionais de segurança e limpeza, parceiros, professores, familiares, atletas e visitantes que participaram da edição.
Com 850 competidores, 123 equipes, representantes de 45 cidades e 639 lutas, a 17ª edição do Premium Cup BJJ encerrou sua programação mostrando que, antes de o esporte entrar em cena no tatame, existe uma extensa operação responsável por tornar o evento possível.

