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Preferência de brasileiros por casas e terrenos supera apartamentos e chega a 52%

Divulgacao--Freepik

O desejo por residências e terrenos em ruas ou condomínios fechados alcançou 52% dos consumidores do país no quarto trimestre de 2025, de acordo com pesquisa da Brain Inteligência Estratégica. Destaque para a Geração Z: 60% dos jovens de 21 a 28 anos entrevistados manifestaram preferência por esses modelos de moradia. Ao todo, o levantamento aponta que 35% dos entrevistados planejam concretizar a aquisição em até 12 meses.

A preferência por casas e terrenos em ruas ou condomínios fechados alcançou 52% dos consumidores brasileiros entrevistados no último trimestre de 2025, segundo pesquisa recente da Brain Inteligência Estratégica, e ultrapassou a por apartamentos (48%). O recorte geracional do estudo aponta que os jovens da Geração Z (21 a 28 anos) são os entrevistados com maior desejo por esses modelos de moradia, com 60% das intenções. O aquecimento do setor também é imediato: 35% dos compradores, de todas as gerações, planejam assinar contrato em até 12 meses.

Os números justificam o avanço de urbanizadoras em Santa Catarina, estado que já detém quatro das cinco cidades com o metro quadrado mais valorizado do Brasil. A intenção de compra na região Sul somou 48% das pessoas, incluindo todas as modalidades de imóveis. Com a saturação vertical, o investimento migra para o urbanismo planejado em municípios em ascensão, como Tijucas, no litoral norte do estado, que registrou um crescimento de 420% na abertura de novas empresas na última década (Sebrae/Prefeitura).

A Novo Ambiente Urbanismo prepara o lançamento do Rio Parque, primeiro bairro-parque de Tijucas com 460 mil m² e um dos projetos emblemáticos do novo ciclo imobiliário catarinense.

Localizado estrategicamente entre a capital Florianópolis e o eixo Itajaí-Balneário-Itapema, o projeto aposta na integração hídrica e ambiental. O empreendimento prevê um parque linear às margens dos rios Tijucas e Oliveira, além de áreas de uso misto (comércio e serviço).

“O mercado deixou de ver cidades como Tijucas como uma ‘escolha secundária’ para encará-las como a primeira opção de quem busca a equação entre metro quadrado racional e infraestrutura de ponta”, afirma Ricardo Laus, CEO da Novo Ambiente Urbanismo. “O Rio Parque traduz essa virada: um ativo real onde a segurança e a conexão com o entorno são a base da valorização patrimonial”, completa o executivo.

“O mercado de bairros planejados em regiões de alto PIB, como o litoral norte catarinense, oferece barreiras de entrada menores e potencial de valorização acelerado pela maturação urbana”, destaca Laus.

Além disso, o executivo explica que as pessoas pararam de priorizar apenas apartamentos centrais e agora buscam o “viver horizontal” em bairros-parque. “A pesquisa da Brain revela que a Geração Z tem buscado casas que permitam a conexão com a natureza e o trabalho remoto, sem abdicar de infraestrutura urbana de conveniência e lazer”, complementa.

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