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Qual impacto a regulamentação cripto recentemente aprovada está tendo no Brasil? A resposta estará no MERGE São Paulo em março

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Evento acontece em março na capital paulista e consolida o Brasil como hub regional para o diálogo entre reguladores, instituições financeiras e o ecossistema global de Web3, blockchain e criptoativos

A cidade de São Paulo será palco do principal debate sobre regulação de ativos digitais, stablecoins e infraestrutura blockchain da América Latina com o primeiro MERGE São Paulo 2026, um dos maiores eventos globais de Web3, blockchain e criptoativos. Entre os dias 17 e 19 de março de 2026, o evento reunirá mais de 5.000 participantes e 300 palestrantes, conectando reguladores, instituições financeiras, formuladores de políticas públicas e empresas do ecossistema digital do Brasil e do mundo.

O evento acontece em um contexto decisivo para o mercado brasileiro, marcado pela consolidação do marco regulatório dos criptoativos e pelo avanço das discussões sobre stablecoins, tokenização, infraestrutura financeira digital e a integração entre o sistema financeiro tradicional e tecnologias on-chain. Nesse cenário, o MERGE se posiciona como uma plataforma estratégica para discutir os impactos práticos da regulação no desenvolvimento do mercado, na atração de investimentos e na adoção institucional das tecnologias Web3 no país.

“O Brasil está vivendo um dos momentos mais relevantes da sua história recente em termos de regulação de ativos digitais. Existe uma oportunidade concreta de construir um modelo que estimule inovação, aumente a segurança jurídica e fortaleça a confiança institucional”, afirma Paula Pascual, fundadora e CEO da MERGE. “O MERGE São Paulo nasce exatamente para criar esse espaço de diálogo qualificado entre reguladores, bancos, empresas e projetos Web3, conectando o Brasil às principais agendas globais do setor”, complementa.

Com forte presença institucional, o MERGE São Paulo contará com bancos, autoridades monetárias e reguladores nacionais e internacionais, reforçando seu papel como ponte entre o setor público, o mercado financeiro tradicional e o ecossistema cripto. Entre as instituições confirmadas estão Banco Central do Brasil, BNDES, Banco do Brasil, Santander, Itaú, Bradesco, BTG Pactual e Visa, além de entidades regulatórias e financeiras internacionais como a Comisión Nacional de Valores (Argentina), a CNAD de El Salvador e o Banco de Crédito da Bolívia.

A programação abordará de forma aprofundada temas centrais para a agenda regulatória e institucional, como stablecoins, infraestrutura blockchain, tecnologia financeira, compliance, inovação regulada e mercado, com conteúdos distribuídos em quatro palcos simultâneos. Serão mais de 300 palestrantes, incluindo líderes do setor cripto e fintech, executivos de grandes bancos, reguladores, policymakers e representantes de projetos globais. O evento será realizado em português e inglês, com participação de profissionais da América Latina, Europa e Estados Unidos, reforçando o caráter internacional da conferência e promovendo a troca de experiências entre diferentes mercados e ecossistemas do setor de ativos digitais.

A abertura oficial do MERGE São Paulo acontecerá no dia 17 de março de 2026, com um evento institucional exclusivo para 400 convidados no Theatro Municipal de São Paulo, reunindo autoridades, executivos C-level e representantes do setor público e privado para debates estratégicos sobre o futuro regulatório e econômico dos ativos digitais. Nos dias 18 e 19 de março, o evento será realizado no World Trade Center São Paulo, recebendo os participantes esperados para dois dias de conteúdo, networking, encontros institucionais e experiências imersivas.

Reconhecida como um dos fóruns mais relevantes de Web3, blockchain e criptoativos na Europa e na América Latina, a MERGE tem como missão atuar como uma ponte entre ecossistemas globais, conectando instituições, startups, reguladores e empresas que buscam expandir suas operações de forma estruturada e responsável. Após a edição de Buenos Aires em 2025, São Paulo se consolida como o novo hub regional do evento, refletindo o papel estratégico do Brasil na economia digital.

Para Paula, o papel da conferência vai além do debate técnico. “A regulação é um dos pilares para a maturidade do mercado, mas só funciona quando é construída com diálogo, visão internacional e compreensão real da tecnologia. O MERGE São Paulo é o ponto de encontro onde essas agendas se cruzam e onde o futuro dos ativos digitais na América Latina começa a ser desenhado”, conclui.

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