Com patrimônio acima de R$ 1 bilhão e meta de chegar a R$ 1,5 bilhão em 2026, FIC FIDC da Ouro Preto consolida histórico de retorno consistente em crédito privado
O mercado de crédito privado viveu nos últimos 12 meses um dos períodos mais dinâmicos desde a criação dos FIDCs e dos fundos híbridos que investem nessa classe. A maior abertura regulatória, a entrada de novos investidores e a migração do crédito do sistema bancário tradicional para estruturas de mercado elevaram a procura por estratégias com lastro em recebíveis. Dentro desse movimento, o FIC FIDC da Ouro Preto Investimentos entregou um desempenho acima das principais referências de renda fixa e ampliou de forma significativa seu patrimônio líquido, que em 2026 atingiu a marca de mais de R$ 1 Bilhão de patrimônio liquido. O avanço foi sustentado pela combinação entre governança de crédito, capacidade de originação e um fluxo crescente de investidores que buscaram alternativas mais robustas diante da volatilidade do ano. O retorno acumulado do fundo em 2025 permaneceu acima do CDI, reforçando a leitura de que estratégias baseadas em recebíveis pulverizados têm conseguido navegar bem em cenários de juros altos e seletividade maior. A consistência mensal atraiu investidores qualificados, já que a abertura em novas plataformas ampliou o alcance da estratégia. Com o desempenho em 2025, a gestora projeta patrimônio líquido de R$ 1,5 bilhão até o final 2026.
Em termos objetivos, o fundo encerrou 2025 com rentabilidade de 16,71%, equivalente a 116,72% do CDI no período, mantendo desempenho consistente também na janela de 12 meses, com 17,38% e 123% do CDI. Desde o início em junho de 2012, o retorno acumulado alcança 424%, frente a 258% do CDI, com volatilidade anualizada de 0,05%, o que demonstra uma trajetória de retorno consistente superior ao CDI com baixa oscilação e controle de risco estruturado. Na prática, o FIC FIDC aloca recursos em cotas de outros FIDCs, ampliando a diversificação e a eficiência na gestão de risco. Seu objetivo é gerar retornos recorrentes superiores a 100% do CDI por meio de gestão ativa e seleção criteriosa de estratégias lastreadas em recebíveis. O produto é voltado a investidores qualificados e busca capturar oportunidades ao longo do ciclo, sem abrir mão de disciplina e governança.
O crescimento da base de cotistas foi acompanhado por uma elevação contínua do patrimônio, que acelerou entre maio e agosto de 2025, período em que o fundo consolidou entradas relevantes e passou a figurar com destaque entre as principais captações da gestora. “O desempenho em 2025 de retorno acima do CDI seguiu com regularidade, não apenas com picos isolados. Isso mostra que a estratégia é sólida, que o processo de seleção de crédito está maduro e que existe espaço para crescer sem perder disciplina”, afirma Leandro Turaça, sócio gestor da Ouro Preto Investimentos. O comportamento do fundo refletiu também a expansão da própria indústria de FIDCs, que encerrou o primeiro semestre com crescimento expressivo tanto em volume quanto em número de operações. O aumento do estoque de recebíveis no país, aliado ao avanço dos fundos acessíveis , criou um ambiente favorável para estratégias que combinam risco controlado, com monitoramento em tempo real e diversificação setorial.
A busca de investidores por alternativas às aplicações tradicionais, diante da desaceleração do crédito bancário tradicional, também impulsionou a demanda. “Existe um amadurecimento claro na forma como o investidor enxerga produtos ligados a recebíveis. Ele entende o risco, acompanha a estrutura e valoriza consistência. Isso explica por que fundos como o nosso conseguiram capturar esse fluxo com tanta rapidez”, observa Turaça. A perspectiva para 2026 é de continuidade no crescimento do patrimônio e de estabilização da base de cotistas com perfil mais diversificado. A Ouro Preto Investimentos projeta que o fundo mantenha o ritmo acima da média da indústria, especialmente em um ambiente de maior busca por crédito estruturado e por produtos que combinem liquidez controlada e retorno real ao investidor. O histórico de mais de 14 anos com performance positiva reforça a resiliência da estratégia, que deve se manter como uma das principais apostas da gestora para investidores que buscam rendimento mais previsíveis, segurança estrutural e exposição ao avanço do mercado de capitais no crédito privado.

