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Reter clientes custa 7 vezes menos do que conquistar novos consumidores, mostra estudo da Loyalme

Lionardo Nogueira, Nara Iachan e Thiago Brandão, sócios na Loyalme. Crédito da imagem Fábio Augusto-Divulgação

Lionardo Nogueira, Nara Iachan e Thiago Brandão, sócios na Loyalme. Crédito da imagem Fábio Augusto-Divulgação

Programas de fidelização são aposta para aumentar recorrência de compra, fortalecer relacionamento com clientes e impulsionar resultados

Em um cenário de custos crescentes para aquisição de clientes, a fidelização tem ganhado espaço nas estratégias corporativas. Isso porque reter consumidores pode custar 7 vezes menos do que conquistar novos clientes, segundo levantamento realizado pela Loyalme, startup especializada em soluções de fidelização para grandes empresas. O estudo analisou cerca de 20 clubes de relacionamento, revelando uma crescente preocupação das organizações em maximizar o valor gerado por clientes já conquistados. 

De acordo com Thiago Brandão, CEO e cofundador da Loyalme, a mudança reflete uma transformação na forma como as empresas encaram o crescimento. “Durante muitos anos, o mercado concentrou seus esforços na aquisição de clientes. Hoje, as empresas entendem que crescer não significa apenas atrair novos consumidores, mas também criar experiências que incentivem a permanência, aumentem a frequência de compra e fortaleçam o vínculo com a marca. A fidelização passou a ser uma estratégia de rentabilidade, não apenas de relacionamento”, explica.

A tendência acompanha um momento em que as organizações buscam mais eficiência em suas operações e retorno sobre os investimentos realizados em marketing e vendas. Com isso, iniciativas como programas de pontos, cashback, benefícios exclusivos, clubes de vantagens e experiências personalizadas têm ganhado protagonismo nas estratégias de relacionamento com o consumidor.

Além da redução de custos, clientes fidelizados costumam apresentar maior frequência de compra, ticket médio mais elevado e maior potencial de recomendação espontânea das marcas. Esses fatores têm levado empresas de diferentes segmentos a enxergar a retenção como um dos principais motores de crescimento sustentável, reforçando a tendência de amadurecimento das estratégias de fidelização no ambiente corporativo. 

“Em um mercado cada vez mais competitivo, a retenção passa a ser um diferencial estratégico. Fidelizar clientes significa aumentar eficiência, fortalecer a marca e construir uma base sólida para o crescimento futuro. É uma agenda que deve ganhar ainda mais relevância nos próximos anos”, conclui o executivo.

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